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Milão (Itália) – A participação brasileira no ITF J500 de Milão, em quadras de saibro na Itália, começou com vitória de Pedro Chabalgoity na estreia da chave principal. O brasiliense de 18 anos e 42º do ranking venceu o norte-americano Ryan Cozad, 31º colocado, por 6/7 (5-7), 6/3 e 6/0.
Chabalgoity ganhou cinco posições no ranking depois de ter feito uma boa campanha até a semifinal no J300 de Santa Croce, na semana passada. Seu próximo adversário é o argentino Dante Pagani, cabeça 7 do torneio e 16º do mundo.
O goiano Guto Miguel é o principal cabeça de chave em Milão. Número 2 do ranking mundial juvenil, ele entra diretamente na segunda rodada e enfrenta o russo Savva Rybkin, que derrotou o japonês Kanta Watanabe por 6/1 e 6/3.
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Na disputa feminina, duas brasileiras são cabeças de chave. A potiguar Victória Barros, número 5 do mundo, lidera o torneio e vem de título no J300 de Offenbach. Ela espera a vencedora entre a letã Marija Lauva e a italiana Camilla Castracani. Já a paulista Nauhany Silva, 11ª do ranking, é cabeça 5 em Milão e aguarda o confronto entre a chinesa Zhang Qian Wei e a taiwanesa Yu Chen Li.
O mato-grossense Leonardo Storck caiu na terceira e última rodada do quali, superado pelo israelense Dan Brand por 6/4, 4/6 e 11-9. Ele havia vencido o norte-americano Jerrid Gaines Jr e o espanhol Alberto Pulido nas primeiras rodadas. Já a gaúcha Pietra Rivoli caiu na segunda rodada do quali. Ela estreou vencendo a norte-americana Londyn McCord por 6/1 e 6/2, mas depois perdeu da chinesa Ru Xi Wu por 0/6, 6/1 e 13-11.
Carlos Lino, Felipe Mamede, Alicia Reichel, Nathalia Tourinho e Ana Cruz caíram na estreia do quali.












Guto tem que abandonar esses torneios juvenis (jogar só os GS). Foco tem que ser no profissional já.
Acho que é estratégico jogar J500 forte antes de ir buscar o título em RG. Acho até válido porque vai pegar alguns desses adversários do J500 na caminhada em RG a partir de 31/05.
Ano de transição, caro torcedor apressado, tenham calma; está sendo muito bem feita a transição até o momento. Só no ano que vem isso vai acontecer, de abandonar os principais torneios juvenis e jogar só o profissional, mas esse ano já está jogando mais profissional do que juvenil. Ele e a equipe anseiam ganhar um Slam juvenil esse ano, para encerrar o juvenil como ex-número 1 e campeão de Slam Junior. Esse ano mesmo, no júnior, só jogou 1 preparativo para o Australian Open e venceu, e o próprio Australian Open; o restante foi tudo torneio profissional. Agora vai fazer o mesmo: 1 torneio preparativo e Roland Garros Junior.