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Paris (França) – A temporada da paulista Beatriz Haddad Maia continua sem grandes resultados. Nesta terça-feira, ela amargou mais uma derrota prematura. Depois da queda na estreia no WTA 1000 de Roma, foi a vez de cair na primeira rodada no WTA 125 de Paris, superada pela tenista da casa Diane Parry com parciais de 6/3 e 6/2.
Depois de derrotar a número 1 do Brasil e 78 do mundo, Parry terá pela frente um duelo 100% francês contra a convidada Chloe Paquet, que surpreendeu a australiana Maya Joint, cabeça de chave número 3, com uma vitória de virada, marcando o placar final de 5/7, 6/0 e 6/3.
Mesmo com as duas eliminações na estreia em semanas consecutivas, a paulista pode subir no ranking. Atual 78ª na WTA, Bia está indo provisoriamente para a 77ª posição, mas depende dos resultados das rivais que estão logo atrás, como Anastasia Zakharova, Alycia Parks e Viktorija Golubic.
Bia não começou bem e venceu apenas um ponto nos três primeiros games, mas depois disso jogou de igual para igual com Parry no restante do primeiro set. A brasileira foi bem quando trabalhou com o primeiro saque, mas deixou muito a desejar com o segundo, vencendo apenas dois pontos com ele.
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Apesar do equilíbrio, a canhota paulista não conseguiu pressionar os games de serviço de Parry, que não enfrentou break-points e administrou a vantagem até o fim sem sustos.
No segundo set, a história foi parecida, novamente com Bia largando mal. Ela foi quebrada em um primeiro game disputadíssimo, no qual enfrentou três break-points, e a partir de então oscilou para baixo e jogou mal e venceu só dois pontos nos três games seguintes, levando uma quebra de zero no caminho.
Bia esboçou reação e chegou a devolver uma das quebras, mas voltou a perder o saque de zero no sétimo game, viu a adversária francesa fazer 5/2 e sacar para o jogo na sequência. Parry não deu novas brechas para a brasileira e levou a melhor pela terceira vez em quatro duelos.











Acho que neste momento deve competir nos Jogos Abertos
Bia , não se preocupe em perder, se preocupe em ganhar… vire a chave da cabecinha…Vc tem tenis para ganhar….força!
Eu já sabia!!!!
Dá sorte no ranking! Mas, que queda de rendimento impressionante!
Continua jogando Bia por favor! estou ganhando muito dinheiro apostando na suas derrotas … sempre que tem jogo da Bia aposto sempre na sua adversária estou super satisfeito!
Me explica isso, a mulher só perde e pode subir no ranking?
É repetitivo, mas é uma pena uma jogadora com uma história tão bonita ir queimando ela e virando alvo de chacota é piada. Já deu né! Vai curtir a vida, Bia!
Bia vai voltar nas duplas em Roland Garros. Problema está na altura + envergadura que força muito a lombar onde é realmente seu problema, por isso tem dificuldades no toss e salto para sacar bem. Mas bia vai acabar encontrando em seus treinos e trabalhos físicos uma maneira de amenizar o esforço no saque em breve.
Força Bia!!!
A Cirstea esta fazendo a melhor companha da vida aos 36 anos, Svitolina voltou a alto nível altissimo… nada é impossível.
A Bia teve ¨só¨ 3 anos de destaque na carreira. Quase sempre terminou os anos fora do TOP 50. Mas isso já é um grande feito. Mas sempre esteve longe de ganhar um GS ou WTA 1000. Svitolina é bem melhor que a Bia.
Só pra lembrar, ela foi finalista de WTA 1000, fez uma final muito disputa, fes também semi de GS. Portanto Não “esteve longe de ganhar WTA 1.000.
Andrade, muitos tenistas poderiam até chegar à final de RG, mas se fosse contra o Nadal a grande maioria estaria longe de vencer. Fazer uma SF não quer dizer que esteja perto de vencer o torneio.
Era o técnico?
para os fanáticos era…
Não é um passe de mágica, igual a alguns pensam, amigo. Mudou de técnico no final de março de 2026, ou seja, não tem nem 2 meses completos. Só daqui a uns 6 meses poderemos dizer se o técnico conseguiu agregar alguma coisa positiva ou não, até porque não depende só do técnico, porque quem entra na quadra é o jogador. Se o jogador não estiver disposto a sofrer um pouco e agregar mudanças ao seu jogo, para testar se terá efeitos positivos ou não, pode ser o melhor técnico que não vai solucionar ou melhorar nada. Mas mudanças exigem muita coragem e esforço de ambas as partes e não acontecem assim como muitos pensam, instantaneamente, como miojo, que em 3 minutos está pronto; leva tempo, e o tempo médio mínimo para jogadores que não são um super talento diferenciado é de em torno de 6 meses, para saber se teve alguma mudança positiva ou não.
“Má fase”.. uma jogadora que está apresentando esse nivel tecnico ae na maior parte das últimas 3 temporadas não pode classificar isso como uma “má fase” né.. decaiu de patamar, ponto. Não foi a primeira e n será a última tenista a passar por isso..
Se a meta é bater algum tipo de recorde, tipo “nros de 1as rodadas perdidas” tá indo super bem, viu?!
Já está aumentando, amigo, como alguns aqui torcem contra os brasileiros. Má fase desde a temporada passada, então é no máximo 1 temporada e alguns meses de má fase. Temporadas 2022-2023-2024, todas fechadas no Top 15 e em duas beliscando o Top 10 por 2 semanas e com títulos e bons resultados, por isso o ranking alto ao final das temporadas. Então a fase ruim que você quer afirmar que tem 3 temporadas nunca existiu, já que começou em 2025 e dura até o momento, ainda nem metade da temporada 2026. Então, ao menos quando for criticar, vamos ser coerentes nas afirmações e seguir o que os resultados e números mostram e não a opinião e gosto pessoal.
Cabe a Bia buscar as soluções para tentar retomar o seu melhor nível. E essa tarefa está cada vez mais difícil porque tem muitas jogadoras da nova geração que já se firmaram no circuito, outras estão se firmando, e isso torna a concorrência muito maior e a tarefa muito mais dura. Em termos físicos, se não ocorrer nenhuma lesão séria, acredito que ela possa ser competitiva até os 35 anos. Tem outras jogadoras da geração dela, como a Pegula, Svitolina e Muchova, que estão conseguindo fazer frente às jogadoras da nova geração, o que mostra que a idade não é o problema. Vamos ver se a Bia consegue se reinventar, evoluir, aperfeiçoar as habilidades que já tem e incorporar habilidades novas em seu jogo, para melhorar o seu nível, ganhar jogos e recuperar um pouco do terreno perdido. O tempo vai dizer o que vai acontecer.
Acho que o corpo da Bia entrou na curva descendente da carreira, não volta mais.
Não é o corpo, é mental, visto que a Bia teve uma carreira com muitas lesões e superou todas e sempre voltou mais forte. Ninguém desaprende a jogar. Agora, no tênis, como em qualquer esporte de alto rendimento, confiança é tudo, e a confiança da Bia no seu jogo já foi embora desde os maus resultados do ano passado. Se não conseguir colocar a cabeça no lugar e se reorganizar mentalmente, talvez até jogar alguns torneios menores, nível W75, W50, para tentar vencer alguns jogos e recuperar um pouco a confiança, porque, sem confiança e sequência de jogos, vai continuar nesse sofrimento. Bia sempre teve algumas deficiências em seus jogos, mas o que conseguia fazer bem acabava compensando. Só que, com a falta de confiança, o que fazia bem também sumiu do seu jogo, que era o primeiro saque, que não era efetivo para ace, mas, quando estava bem, ajudava muito a ganhar pontos e definir com o forehand pesado, que machucava as adversárias, além da devolução de 2º saque, que era muito boa e ganhava muitos pontos atacando o 2º saque das adversárias. Tudo isso foi embora com os maus resultados e falta de confiança.
Você está enganado, não é o mental de Beatriz o entrave, até porque, ela encerrou a temporada anterior por antecipação, justamente para cuidar da cabeça. Não, não é o tal de mental, mas o tênis ( não ) jogado…
Não me referi a mental, em problemas extra quadra, em nenhum momento do meu texto, até porque não tenho informações sobre; referi-me ao mental ligado à confiança, em sequências de bons e maus resultados, e isso no esporte de alto rendimento conta muito.
Veja bem, além do fator por mim citado no comentário anterior, tem também o fato de Beatriz ter acabado de firmar parceria com um novo técnico e, assim sendo, essa conversa fiada de falta de “confiança” não cola, ok? Ou seja, ela tem razões de sobra para estar motivada, e se não está é porque seu jogo é mesmo um desserviço enquanto principal característica do próprio…
Não cola pra você e muitos aqui, que não entendem nada de esporte de alto rendimento e querem ficar falando groselha, sem nenhum embasamento ou conhecimento sobre o assunto, somente opiniões pessoais e pronto.
Então ficamos assim: eu não entendo “nada de esporte de alto rendimento”, por não ter “nenhum embasamento ou conhecimento sobre o assunto”, ok?
Você está enganado, não é o corpo de Beatriz, mas o tênis ( não ) jogado…
Infelizmente, essa é a Bia atual, cheia de fantasmas, traumas e receios, com o jogo travado e precisando recomeçar do básico. Admiro muito a perseverança dela, eu já teria recolhido as raquetes, bom, talvez por isso, ela seja uma profissional e todos nós apenas amadores. Força Bia, independente do caminho que escolha daqui para frente, seja a aposentadoria, duplas, ou jogar o circuito de 125/100 e ir para os qualys. Todavia, imaginar algo acima disso é surreal, soube que ela vai jogar em Estrasburgo, semana que vem, uma baita loucura…
Misericórdia
Bia é uma ex jogadora em atividade desde setembro de 2025.
Vibrar, gritar e cerrar o punho comemorando a dupla falta da adversária.
Aí é o fundo do poço.
Complicado hein,pior que são derrotas em que ela faz no máximo 3 pontos no set,não chaga nem a 4,sem esboçar reação,sem dificultar para a adversária,só um ou outro ponto ela dificulta,cada torneio é uma vergonha que ela passa
E o que é pior, sempre para adversárias com pior ranking que ela…
O pessoal criou muita expectativa e a realidade é o que vcs estão vendo agora.Ela teve bons momentos e soube catalisar e aproveitar enquanto durou.
Pesada e cansada, talve pela idade, Bia deveria pensar na aposentadoria
Trinta anos lá é idade de tenistas sentirem o peso da mesma?! Para você refletir: aos trinta anos, quem eram Federer, Navratilova, Sampras, Chris Evert, Nadal e Serena, dentre outros?
Nossa, aí forçou a barra! Citou só os melhores de todos os tempos. Imagine justamente como eles jogavam aos 30 anos, brilhantes! É doloroso alguém na situação da Bia não entender que reverter todas essas perdas não é para ela!
Nilza Lopes, para me contrapor à ideia absurda do tal de Clovis, por ele sugerir que os trinta anos de Beatriz estejam pesando negativamente em seu jogo, tive que citar alguns dos melhores tenistas da história e o quão competitivos eles estavam, quando da mesma idade dela…