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Roma (Itália) – Foi concluída neste sábado a segunda fase do Masters 1000 de Roma, na qual todos os cabeças de chave estrearam. Dos 32 principais inscritos no torneio, nada menos do que 11 foram eliminados logo de cara, incluindo quatro top 10.
Na sexta-feira, a primeira vítima foi Novak Djokovic, atual número 4 do mundo, que pela primeira vez na carreira foi superado na estreia no Foro Italico. O sérvio caiu em sets diretos para o jovem croata Dino Prizmic, de 20 anos.
Neste sábado, mais três jogadores da faixa dos dez melhores se despediram: Ben Shelton, sexto colocado, foi eliminado pelo georgiano Nikoloz Basilashvili, ex-top 20 e atual 117 do ranking; Alex de Minaur, 8 do ranking, sucumbiu diante do italiano Matteo Arnaldi, que foi 30 do mundo e hoje está fora do top 100; e Félix Auger-Aliassime, quinto melhor classificado na ATP, sentiu um problema na perna e acabou derrotado em dois tiebreaks pelo argentino Mariano Navone.
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Entre outros cabeças de chave que já saíram da disputa na capital da Itália, estão: Arthur Fils (15), Cameron Norrie (17), Tomas Etcheverry. (24) Jakub Mensik (26), João Fonseca (27) Corentin Moutet (28) e Tallon Griekspoor (29).
Com todas essas quedas de favoritos, já se tem uma certeza: haverá um quadrifinalista de fora do top 40 na parte superior da chave, onde se encontram hoje Mariano Navone (44º), Hamad Medjedovic (67º), Mattia Bellucci (80º) e Martin Landaluce (94º).
No mesmo quadrante, estão Thiago Tirante (69º) e Pablo Llamas Ruiz (139º), outros dois nomes abaixo dos 40 melhores do mundo que pleiteiam um lugar nas quartas de final. No entanto, eles têm adversários de maior gabarito nesta briga, o italiano Flavio Cobolli (12º) e o russo Daniil Medvedev (9º).













Instáveis e previsíveis, na era big4. seriam top 50, o top 10 da era big4, os demais top 10, eram mais completos, chamavam público, jogavam em quadras centrais e lotavam . . . em Slam caiam nas quartas, ora ou outra jogavam o fino do tênis, e levantaram Slam, Stan, Delpo, Cilic, Thiem . . . outros muito bons, Tsonga, Nishikori, Berdych, Raonic . . . além de mais completos, mais humildes, técnicos e competitivos, não davam vexames de cair nas primeira rodadas, para tops 40, 50 e por aí … na ausência de Alcaraz, o Sinner passeia, dois fora da curva . . .
Esse top 10 é mais fraco que dentadura de velho.
João desperdiçou uma ótima oportunidade de fazer pelo menos mais uma quartas de Master1000
11 cabeças de chave eliminados em sua estreia!!! O dificílimo torneio Masters Mil de Roma tem se tornado um tabu para o excelentíssimo “Tênis Italiano”… Apesar de contar com vários tenistas que costumam frequentar o TOP 100 da ATP como Jannik Sinner, Lorenzo Musetti, Flavio Cobolli, Luciano Darderi, Lorenzo Sonego, Mattia Bellucci, Matteo Berrettini. Matteo Arnaldi, Stefano Travaglia, nos últimos anos, o último tenista Italiano Campeão do Masters Mil de Roma foi o excelentíssimo Senhor Adriano Panatta há “50 anos atrás” em 1976!!! Até mesmo Roger Federer, em sua extensa longeva carreira, nunca teve êxito em ser Campeão do Masters Mil de Roma!!! O meu “Sonho de Consumo” e também o da maioria dos italianos, é ver Jannik Sinner Campeão do Masters Mil de Roma e quebrar este extenso jejum de “50 anos” sem ter um italiano Campeão do torneio!!! Justamente o Masters Mil de Roma, é o único Masters Mil que Sinner ainda não tem no currículo!
Conquistar o título do Masters Mil de Roma é considerado um dos desafios mais exigentes no circuito do tênis profissional, visto como o Torneio Masters Mil mais difícil de todos, no qual tenistas como Federer e Sinner não levantaram o caneco!!! As razões para essa dificuldade são: Saibro Pesado e Lento. Diferente da altitude de Madri, onde a bola vai mais rápido, o saibro de Roma é lento e pesado. Isso exige dos jogadores uma paciência extrema e uma capacidade física imensa para suportar ralis longos, pois é muito mais difícil definir os pontos com um único golpe.Intensidade Física Extrema já que Roma ocorre em uma sequência de duas semanas intensas de saibro, logo após o Masters Mil de Madri. Jogadores que vão longe em Madri chegam a Roma fisicamente desgastados. O saibro pesado de Roma expõe qualquer fraqueza física ou de movimentação ou falta de ritmo, vide o que aconteceu com Djokovic em 2026… Devido a essa combinação de um saibro “pesado”, desgaste físico da temporada de saibro, vencer em Roma exige não apenas talento técnico, mas uma resistência física e mental superior, é preciso jogar tênis de verdade, já que aqueles que são “apenas grandes sacadores”, não costumam se dar bem em Roma só dependendo do saque…