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Roma (Itália) – Elena Rybakina sabe que está na briga para assumir a ponta do ranking pela primeira vez na carreira, mas está convivendo com problemas físicos antes de estrear no WTA 1000 de Roma. Mesmo assim, a cazaque segue focada em repetir o desempenho de 2023, quando foi campeã, e ressalta as diferenças com as quais se deparou no saibro italiano.
A atual número 2 do ranking mundial vai abrir campanha no Foro Itálico contra quem passar do confronto envolvendo uma adversária vinda do qualificatório ou a grega Maria Sakkari. Rybakina vem de queda precoce em Madri, onde parou nas oitavas de final, mas foi campeã no forte WTA 500 de Stuttgart.
“Há uma grande diferença de Madri para Roma, já que a bola fica um pouco mais pesada e a quadra é um pouco mais lenta aqui”, analisou a cazaque sobre as condições distintas em relação ao que se deparou nos primeiros treinamentos.
“É preciso estar realmente sempre bem posicionada e tentar bater usando todo o corpo. São aspectos diferentes, mas tive tempo para treinar e ainda tenho mais alguns dias. Por enquanto, está tudo bem em relação a isso”, prosseguiu.
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Sobre o bom desempenho na terra batida, a atleta de 26 anos celebrou a adaptação ao piso. “Eu sempre pensei que a quadra dura fosse minha melhor superfície, além da grama, é claro. Quando comecei a jogar, meu treinador me convenceu sobre isso. No saibro, eu não tinha tanta confiança porque não joguei muito nesse piso, nem mesmo como juvenil”, comentou.
Rybakina, no entanto, encontrou formas de ajustar o seu estilo para conquistar eventos importantes fora da sua zona de conforto. “Acho que meu primeiro torneio de WTA foi justamente no saibro. Depois disso, percebi que poderia jogar bem em todas as superfícies”, destacou.
Sobre a questão física, a cazaque espera melhorar o quanto antes. “Gostaria de estar me sentindo melhor neste momento, porque na semana passada sofri bastante com alergias. Felizmente, está melhorando. Estamos trabalhando com a equipe, ajustando os treinos e avaliando constantemente. Alguns dias são melhores, outros piores e percebo que me sinto melhor em dias chuvosos”.
A cabeça de chave 2 em Roma admitiu que pretendia ter treinado com mais afinco, mas que fará o possível para competir em alto nível. “Queríamos realizar uma preparação física ainda mais intensa para este torneio. Fizemos um bom trabalho, mas sempre há espaço para melhorar e evoluir”, finalizou.











Mesmo sem maquiagem a gigante cazaque é linda.
A Rybakina começa a conviver com a situação de jogar como favorita de forma contínua e nesta situação as adversárias entram motivadas e sem responsabilidade para enfrentar a favorita. Ela correu riscos contra a Leylah Fernandez no WTA 500 de Stuttgart e jogou no limite contra a Zheng e a Potapova em Madri e acabou sendo eliminada por esta última. Então, o trabalho dela pra assumir a liderança do ranking não vai ser fácil porque a Sabalenka não está dando muitas chances para as suas concorrentes, e a cazaque terá que administrar a pressão de jogar a grande maioria dos jogos como favorita.
Pois é. Se quiser ser a número 1 vai ter que vencer muitas partidas e se ser consistente!