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Paris (França) – Os principais nomes do circuito se uniram para criticar a organização de Roland Garros pela fatia considerada insuficiente da receita destinada aos atletas, apesar do aumento de premiação anunciado para a edição deste ano. A insatisfação resultou em uma carta conjunta assinada por nomes como Jannik Sinner, Carlos Alcaraz, Novak Djokovic, Aryna Sabalenka e Coco Gauff.
O Grand Slam anunciou no último mês um incremento de 9,5% na premiação total, que alcançou 61,5 milhões de euros, com os campeões de simples no masculino e feminino recebendo 2,8 milhões de euros cada (aproximadamente R$ 16 milhões). A competição acontece entre os dias 24 de maio e 7 de junho.
De acordo com os principais jogadores, a divisão de receitas segue injusta em relação ao montante arrecadado pelo torneio. Roland Garros arrecadou cerca de 395 milhões de euros (R$ 2,31 bilhões) em 2025 e destinou apenas 14,3% aos atletas, que defendem ao menos 22%, em linha com o percentual observado em eventos Masters 1000 combinados da ATP e da WTA.
Há expectativa de que o torneio ultrapasse a marca de 400 milhões de euros (R$ 2,34 bilhões) em receitas em 2026, cenário que motivou as maiores estrelas dos circuitos masculino e feminino a se posicionarem de forma conjunta.
“À medida que Roland Garros se prepara para registrar receitas recordes, os jogadores estão recebendo uma parcela cada vez menor do valor que ajudam a criar”, afirma o comunicado.
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A nota também critica a ausência de avanços em reformas de governança, com foco em manter o bem-estar dos atletas, estrutura adequada e maior transparência sobre mudanças institucionais. A mobilização reforça uma pressão crescente sobre a estrutura financeira e política dos demais torneios do Grand Slam.
“Não houve diálogo para estabelecer um mecanismo formal de consulta dos atletas nas decisões dos Grand Slam. Enquanto outros grandes esportes internacionais modernizam sua governança, alinham interesses e constroem valor de longo prazo, os Grand Slams continuam resistentes à mudança”, destaca a carta.
Há expectativa de novas discussões entre os atletas antes de Paris. Além de Sinner e Sabalenka, líderes dos rankings, os multicampeões Alcaraz e Iga Swiatek também estão entre os signatários. Outros nomes de destaque endossaram o documento, como Alexander Zverev, Taylor Fritz, Casper Ruud, Jessica Pegula, Jasmine Paolini e Mirra Andreeva.











Os atletas estão certíssimos, Eles são os protagonistas!!
Já passou da hora do Gs Feminino em 5 sets, justificaria a igualdade de premiação Atp/wta
Estatisticamente as mulheres sofrem mais lesões do que os homens, apesar de jogarem no máximo 3 sets. Aumentar os jogos femininos de 3 para 5 sets iria destruir a WTA, gerando mais lesões e desistências, além de diminuir a qualidade do jogo e penalizar o público pagante.
Esses jogadores que estão protestando são todos ricos e milionários! Por tanto os tem menos ranking é quem deveriam ganhar mais!
Leia novamente e verás que o motivo da queixa é exatamente esse: dividir os lucros em maiores proporções. Não há queixa para somente os tops lucrarem.
Exatamente e falando especificamente de Djokovic, há tempos que ele defende os menos favorecidos visando melhores condições para os mesmos principalmente financeira.
Já começa errado em compartilhar igualmente o prêmio entre homens e mulheres… os homens deveriam receber muito mais pelo tempo em quadra e pela maior visibilidade que atraem, passar bem.
Como se diz lá na roça: “é dinheiro que nem ladrão acaba.”
Mais de um bi de reais de arrecadação numa única edição, enquanto os mortais debatem sobre quem é o melhor tenista (inclusive eu).
Vou rever meus conceitos.