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Sete brasileiros estarão na disputa do torneio juvenil de Roland Garros, que acontecerá entre 31 de maio e 6 de junho. As listas de inscritos foram divulgadas nesta semana pela Federação Francesa (FFT) e também pela Federação Internacional de Tênis (ITF).
Número 2 do ranking mundial juvenil, Guto Miguel deverá ser o principal cabeça de chave em Paris. Isso porque o búlgaro Ivan Ivanov, líder do ranking, já se dedica integralmente ao circuito profissional.
Aos 17 anos, Guto faz sua terceira participação em Roland Garros, avançando uma rodada em 2024. Seus melhores resultados em Grand Slam foram a semifinal do US Open no ano passado e as quartas de final do Australian Open.
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Também estarão entre as cabeças de chave a potiguar Victória Barros, número 9 do ranking, e a paulista Nauhany Silva, 11ª colocada, ambas de 16 anos. Victória chegou às oitavas no ano passado, enquanto Naná faz a terceira participação e avançou uma rodada na última edição.
O brasiliense Pedro Chabalgoity, de 18 anos e 47º do ranking, fará sua terceira participação em Grand Slam e a segunda em Paris. Ele busca uma vitória inédita em torneios deste porte. Também estão garantidos nas chaves principais o mato-grossense Leonardo Storck e a paranaense Eduarda Gomes, que conquistaram o Roland Garros Junior Series em São Paulo, há duas semanas. Storck, de 17 anos, disputa seu segundo Slam, enquanto Gomes é a caçula da equipe com apenas 13 anos.
Já a gaúcha Pietra Rivoli, de 18 anos e 66ª do ranking, vai jogar o quali em Paris e precisará de duas vitórias para entrar na chave principal. Ela esteve na edição passada de Roland Garros, também depois de ter vencido a seletiva sul-americana na capital paulista.
Confira as listas de inscritos nos torneios juvenis de Roland Garros no masculino e feminino.

Brasil tem dois títulos de duplas no juvenil em Paris
O primeiro brasileiro a ter vencido um torneio juvenil de Roland Garros foi Gustavo Kuerten em 1994, ao lado do equatoriano Nicolas Lapentti. Três anos mais tarde, Guga venceria o primeiro de seus três títulos em Paris como profissional. O segundo a ser campeão de duplas em Paris foi Matheus Pucinelli em 2019, com o argentino Thiago Tirante. Em simples, foram quatro finalistas: Thomaz Koch tem dois vice-campeonatos, em 1962 e 63. O pioneiro, entretanto, foi Edison Mandarino em 1959. Já o finalista mais recente foi Luis Felipe Tavares em 1967.
Já nas duplas, outros cinco juvenis brasileiros já estiveram na final. Destaque para Beatriz Haddad Maia, que disputou duas decisões. A primeira foi em 2012, ao lado da paraguaia Montserrat Gonzalez, diante de Daria Saville (que ainda jogava pela Rússia) e Irina Khromacheva. No ano seguinte, ela foi vice ao lado da equatoriana Domenica Gonzalez. As campeãs foram as tchecas Barbora Krejcikova e Katerina Siniakova. No masculino, outros quatro brasileiros foram finalistas de duplas: Guilherme Clezar, Orlando Luz, Natan Rodrigues e Bruno Oliveira.










Espero que role um Victoria x Naná em Roland Garros. No feminino acho que nunca tivemos uma cabeça de chave em Grand Slam e agora temos duas. No masculino nem o João Fonseca foi cabeça de chave 1 de Grand Slam e agora o Guto será. Que momento especial pro tenis brasileiro.
Resultados bastante modestos dos brasileiros. Em simples, então, nem se fala.
Será que algo mudará este ano? Tenho minhas sérias dúvidas…
Aparentemente vc deve ter chegado ao tênis há pouco tempo , não é mesmo ?
Pois é. Se tratando de tênis brasileiro, quase tudo é modesto!
Primeiro porque é estrutural e depois quando nossos atletas atingem a técnica aí vem o.lado.mental. nervosismo etc e tal e os resultados demoram.
Considerando o apoio que os tenistas recebem dos órgãos governamentais, acho os resultados dos brasileiros excelentes. Os custos das despesas com viagem e estadia para jogar todos os torneios do circuito é muito alto e talvez a maioria não tenha condições de arcar sozinho com essas despesas, levando-se em conta que a maior parte dos torneios importantes é disputada na Europa e América do Norte. Então, pra mim, os que conseguem participar do circuito mundial de tênis são heróis nacionais.