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Madri (Espanha) – A segunda semifinal do WTA 1000 de Madri foi marcada por oscilações entre Marta Kostyuk e Anastasia Potapova, que buscavam um resultado inédito na carreira. Em melhor momento no circuito, carregando uma série invicta na temporada de saibro, Kostyuk marcou sua 11ª vitória seguida para garantir vaga na decisão e entende que manter calma foi fundamental.
“Mesmo nos momentos difíceis de hoje, tentei aproveitar ao máximo este momento de estar nas semifinais”, disse Kostyuk em sua entrevista na quadra, após a vitória por 6/2, 1/6 e 6/1 contra Potapova nesta quinta-feira.
“E não importa o resultado, daqui a 20 ou 30 anos, quero me lembrar deste momento e sorrir. Não quero me lembrar da tristeza ou de me criticar demais, porque, no fim das contas, todos nós entramos em quadra e damos o nosso melhor sempre. E foi o que eu fiz hoje”, acrescentou a atual 23ª do ranking, que enfrentará a russa Mirra Andreeva, número 8 do mundo, na final do próximo sábado.
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A ucraniana, que perdeu um set pela primeira vez no torneio, reconheceu a queda de rendimento na segunda parcial, mas comemorou o fato de ter conseguido recuperar o domínio da partida. “O segundo set foi muito estranho hoje. Eu não tinha perdido nenhum na semana toda. Mas estou muito orgulhosa de como consegui me manter firme. Não joguei hoje no estilo que costumo atuar, mas senti que essa era a chave, porque ela não estava confortável”.
A jogadora de 23 anos marcou sua terceira vitória em cinco jogos contra Potapova. Ela também havia vencido a austríaca na edição passada de Madri, mas em condições de quadra mais velozes. “O jogo que tivemos no ano passado foi totalmente diferente”, avaliou.
“Acho que ela jogou de forma muito diferente e as condições estavam um pouco a seu favor hoje, porque as bolas estavam bem pesadas e não captavam o meu efeito. Então, ela se manteve bem longe da linha de base. E sim, eu tentei coisas diferentes. Claramente, o que eu estava fazendo no segundo set não funcionou, mas estou incrivelmente feliz com a vitória”.












A final será mais um confronto entre uma ucraniana e uma russa, apesar da Potapova atualmente ter se naturalizado austríaca. Respeito a decisão das ucranianas de não cumprimentarem as russas e bielorrussas ao final de cada jogo, porque só elas sabem o que elas próprias e suas famílias passaram e ainda estão passando. Mas acho que estão criando inimizades com pessoas que não têm culpa da guerra. Mas essa é uma discussão que foge da área esportiva. Embora não simpatize muito com a atitude das ucranianas, vou torcer para a Marta Kostyuk sair campeã do torneio. Mas se o título for para a Mirra Andreeva, o troféu também estará em boas mãos. Que as duas finalistas consigam jogar o seu melhor tênis e que vença a melhor.
Se ambas jogarem o melhor que podem, com certeza o troféu será da Mirra!!!
Uma top 10 e ex-top 5 contra outra que não sabe o que é ser top 15. Apesar da diferença de idade.