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Madri (Espanha) – O francês Arthur Fils admitiu que sofreu com um momento de descontrole na árdua virada sobre o peruano Ignacio Buse na estreia do Masters 1000 de Madri. Contudo, o cabeça de chave 21 acredita que quebrar a raquete após perder o primeiro set tenha sido benéfico para buscar a virada.
Depois de duelar por 2h52, o jovem tenista de 21 anos fechou com parciais de 6/7 (4-7), 7/6 (7-5) e 7/5 contra o número 58 do mundo. Ele agora busca vaga nas oitavas de final diante do norte-americano Emilio Nava.
“Foi uma grande batalha, contra um jogador que joga muito bem. Tive que utilizar vários recursos, mudar a tática, definitivamente não foi fácil. Houve um pouco de irritação e frustração, mas faz parte de um jogo assim”, reconheceu.
Fils explicou que o destempero foi uma forma de recuperar o foco em um momento adverso da partida. “Não foi tanto por causa do jogo dele, foi mais comigo mesmo. Às vezes, você espera jogar em altíssimo nível, encontrar soluções rapidamente, e isso pode ser decepcionante”, afirmou.
O parisiense se desculpou pela atitude, sem deixar de esclarecer que o ato emotivo foi um ponto de virada. “Claro que o ideal é não quebrar a raquete. Não vou dizer para as crianças fazerem isso, não é certo, mas hoje isso me ajudou. Eu precisava colocar essa frustração para fora. Depois disso, consegui me soltar e passei a jogar cada vez melhor e estou muito feliz como terminei a partida”.
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Embalado pelo título do ATP 500 de Barcelona, o ex-número 14 do ranking mundial exaltou a satisfação por jogar na terra batida da Caixa Mágica. “Senti muito prazer, mesmo perdendo a maioria dos ralis longos. É legal curtir isso no saibro, com uma grande batalha. No final, quem vence ou perde quase não importa, porque foi um belo duelo”, garantiu.
Fils apoia Alcaraz e critica Masters longos
Ao saber da notícia envolvendo Carlos Alcaraz, que anunciou sua desistência em Roland Garros e Roma por conta de uma lesão no punho, Fils se mostrou otimista com a recuperação do espanhol.
“É realmente uma notícia muito ruim. O Carlos é um cara incrível, um bom amigo. É muito triste. Acho que todos vamos sentir a ausência dele. Mas ele vai voltar e, quando isso acontecer, vai ganhar ainda mais”.
Já ao comentar sobre o formato dos Masters 1000, o francês foi enfático em suas críticas. “Certamente prefiro disputar torneios de uma semana. Duas semanas é demais, são doze dias que parecem um”, reclamou.
“Talvez seja bom para os eventos, para vender ingressos e lucrar mais. Mas para os jogadores, não é bom. Acho que todos gostamos mais dos Masters 1000 como Monte Carlo ou Paris, que são disputados em uma semana. Assim fica melhor”, concluiu.











