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João Fonseca enfrentou seu primeiro grande desafio da temporada e não vingou. Entrou no lento saibro de Buenos Aires para defender o inesperado título do ano passado, mas certamente não foi o melhor momento para isso. Com apenas uma partida (mal) jogada em 30 dias, não tirou o melhor do saque e fez escolhas ruins em momentos delicados de sua derrota para o experiente e esperto Alejandro Tabilo.
O canhoto chileno sabia o que tinha de fazer em quadra e nunca abdicou da ideia de ser agressivo o suficiente para que os pontos fossem o mais curto possível. Ex-19 do mundo, com o gabarito de já ter dado uma aula de jogo ofensivo sobre Novak Djokovic, qualidades não lhe faltam. Claro que essa impetuosidade custou erros também e daí a partida viveu um set dominado para cada lado e uma série decisiva equilibrada, tensa e que poderia ter ido para qualquer lado.
Fonseca foi atropelado no começo de jogo por um adversário infalível,. Quando se acalmou e passou a colocar mais o primeiro saque, as coisas foram mudando. Conseguiu explorar seu poderoso forehand, fez ótimas transições à rede e soube variar com curtinhas, já que colocava Tabilo muito longe da linha de base. Só vacilou mesmo na reta final da partida, em que escolheu mal os golpes. Ainda salvou dois match-points com coragem. Não foi o suficiente.
Tudo um tanto natural pela falta de ritmo – e obviamente de confiança – e pela categoria de um adversário que não vive mais seu melhor momento, porém é fiel a seu plano de jogo e tem armas para isso. A parte física também se mostrou positiva. Ainda que seu deslocamento em quadra ainda precise de muitas melhorias, João jamais pareceu limitado pelo problema na lombar. Correu atrás de lobs, curtinhas e dos ótimos golpes angulados de Tabilo. A derrota não teve nada a ver com limitações atléticas.
Com quatro ou cinco posições perdidas, mas ainda no top 40 do ranking, Fonseca vem agora para o Rio Open, onde a pressão não será menor. Mesmo sem ter pontos a defender no Jockey Club, haverá a cobrança externa e interna por aquela grande campanha que não veio no ano passado. Administrar a ansiedade e superar o começo ruim de temporada vão exigir muito mais do que forehands e aces. Ele precisa ser bem preparado para isso.










Eu acredito que ele precisa jogar mais, nada disso de se privar do calendário por quê ganhou um torneio ou foi longe em determinado torneio. Ele tá com todo o gás agora, não pode pensar que já é um cara consolidado em Slans, por quê quem faz isso é quem ganhou já 4 GS e já é lenda. Olha pra um Musetti, joga muitos torneios, cresceu, entrou no top 5. Tem que jogar, jogando ele vai crescer, se movimentar melhor e por aí vai
Para os Sabichões é ” Di Menor ” , para os Tenistas é o ” Demô ” , o que chega nas bolas impossíveis. Aos 26 , Serviço melhorou barbaridade ( Zero Break points contra na Final ) , e Back na paralela fazendo estrago, mesmo sem a potência de N 1 e N 2. Aliassime tentava o BI Campeonato, e Alex De Minaur, passeou em quadra . Top 6 com 22 milhões de dólares somente em premiação. Realmente o cara não possui golpes ” contundentes ” . Mais Winners que Canadense na partida…rs. Abs!
A questão ao meu ver não é se o seu Staff e gerenciamento de carreira são competentes ou não para alavancar a carreira do João, afinal foi uma escolha pessoal que ele fez, ao preferir seguir com o mesmo grupo de trabalho, ao invés de desembargar no projeto pessoal que lhe foi oferecido pela equipe de Roger Federer, particularmente achei um erro, principalmente pelo fato do trabalho mental que tanto beneficiou a carreira do descontrolado início de carreira do Roger, mas escolhas são feitas e o que temos agora é torcer para que ele caminhe em um rota segura e com foco na sua evolução técnico e física, até por que ainda é bastante jovem e está em início de carreira, que o seu navio possa navegar em águas serenas para que não venha afundar em um mar revolto, são os meus sinceros votos, já que é indiscutível que temos uma grande jóia rara a evoluir, é simples assim valeu.
Quadro do ATP 250 de Delray Beach:
Fritz, Ruud, Cobolli, Tien, Tony Paul, Tiafoe, Vacherot. Nakashima.Todos top 30.
Melhor não comparar.
E nesta semana os ‘Superbigs’ (Sinner e Alcaraz – os dois maiores tenistas de simples masculinos de todos os tempos, considerando ‘tênis jogado’), retomam a luta pela corrida em Doha.
Cada pontinho de um ‘500’ conta.
Sinner almeja reduzir a vantagem enquanto Alcaraz quer fechar a porta e ampliar o que puder na corrida.
Não dá para culpá-los. Ambos são extremamente competitivos e não querem dar qualquer brecha ao adversário mais direto.
Mas em algum momento do ano – creio – o físico cobre seu preço por tamanha disposição.
A se ver…
OK, Carlos VW.
Sendo que cada um acabou de perder para um senhor de 38 anos e 8 meses, o verdadeiro maior e melhor de todos os tempos.
Quando Alcaraz perdeu para um senhor de 38 anos e 8 meses ????. Acho que Sr Piloto está ” meio confuso” Este senhor desde Nov/2023 , somente venceu a nível ATP , 3 dos 250 . Anda pulando os ATP 500… Tadinho… Rsrsrs, Abs !
Venceu o ouro olímpico e 2 ATP 250 na verdade. Rsrs, abs!
*sendo que um
Desculpe . Já se corrigiu …. Rsrsrs, Abs !
Sim, venceu um dos dois. Não teve gás pro outro. Abs!
Sim, venceu o superbig contundido… depois perdeu para o outro que estava inteiro.
Contundido em dificuldade de quebrar serviço?
Alex De Minaur e Felix Aliassime, ambos Tops 10 , sem dúvidas jogam seu melhor Tênis agora aos 26 e 25 anos respectivamente. O” Dupla Falta Ali Acima” conseguiu incríveis 98% de aproveitamento de Primeiro Serviço, atropelando outro Top 10 , Bublik, hoje na Semi de Roterdã. E aquelas figuras aparecem neste espaço, tentando menosprezar um jovem Atleta de apenas 19 anos , em sua segunda temporada como profissional. Sabem muito…Abs !
Lucas Braathen conseguiu o maior resultado esportivo na história do Brasil.
Maior resultado Esportivo ? . E Rebeca Andrade com Seis medalhas nas Olimpíadas de Verão , onde participam 10 mil e duzentos atletas???. As de Inverno estão em crescimento,mas nesta edição com ” apenas ” , 1900 Atletas . Não existe termos de comparação, a menos a meu ver . Abs !
Ps : Lucas é Norueguês e compete pelo Brasil apenas desde 2024 . Óbvio que isso ( dupla nacionalidade) , não desmerece seu enorme feito. Abs !
Da história do Brasil nas Olimpíadas de inverno, é o maior resultado. Faltou ele especificar.
É minha opinião e não a sua.
Brasil tem bastante tradição na neve.
Mais uma coisa: essa é minha opinião e não a sua.
Óbvio que é a tua . Existe neve no Brasil???. E na Noruega????. Volta para ” goats” que é mais a tua Praia . Abs !
Correção: Temos artificial e neve natural para prática de Esportes em Gramado. Abs !
Esse é o motivo de ser o maior resultado na história do esporte.
Dalcim , a Bia vai jogar Dubai ?
Não.
Enquanto os ATPs seguem a todo vapor, nossa excelente duplista Stefani continua semana após semana ‘salvando a pátria’ do tênis brasileiro chegando até a semi no fortíssimo torneio de Doha.
Não deve ser bonita – na opiniâo de alguns – pois nossos colegas não falam dela, indicando que não a assistem além de acharem sia modalidade menos valiosa, inferior.
Afinal de contas tênis feminino não ajuda a fomentar a discussão sobre GOATs, apesar de.dominar a maioria dos recordes do tênis.
Quer um pirulito pra adoçar seu Carnaval, Lupin?
Tirando os 8 WTA Finals da Navratilova, não encontrei mais nada nessa tal “maioria”, mesmo com tudo disputado em 3 sets (GS, torneios 1000, semanas #1, temporadas #1, Triple Career Slam, Double Golden Masters, maior pontuação da história e por temporada, número 1 mais velho etc etc).
Houve um rapaz que chamou algumas tenistas de aberrações (fisicamente) umas semanas atrás nas notícias. Se tivesse visto, acho que teria surtado seu máximo.
Jogo de 5 sets é para os fracos…. os fortes (GOATs), ganham simples, duplas e duplas mistas (no mesmo Grand slam e na mesma semana – 3partidas em melhores de 3 levam a no minimo 6 sets nas f8na8s… apos repetir iss9 duranre a semana toda), fechar o boxed set, feito que nemlnhum homem nem sonhou.
Ganhar 6 GS consecutivos.. em s7mples… sem abd8car de duplss e a8nda levar duplas simultaneamente.
E Eu te pergunto:
– isso é inferioridade??? Ou ela não era “bonita o suficiente” como alguns comentaristas do bl9g pregam.
Que comentário sem noção, hein?
Curta o jogo que quiseres e ponto final.
A propósito, a Stefani é bem gatinha sim.
A sim… como tenho dito.. a régua de alguns só medem as medidas e cor da pele e olhos femininos…rs
E agora Joao vem ao Rio Open, com presença do ex n°1 do mundo, Andy. Não o Sir Andy, mas o outro. Será interessante ver as observações dele que, se nao concorda com seu conterrâneo Sam Querrey, que comparou a atmosfera dos jogos do Fonseca à vinda dos Beatles aos EUA, gosta do jogo do João (ou JoOw como ele diz). Andy não parecia muito animado quando anunciou em seu podcast que viria ao Jockey Club (vale ver o video), mas sua presença engrandece o torneio, que sempre tem algumas se suas estrelas desistindo de vir ou caindo cedo.
O cara vem num lugar que ele sabe que corre risco de tomar tiro na rua, não tem como ficar animado mesmo.
Verdade…! Lá nos EUA, ninguém jamais é alvejado na rua, escolas, igrejas, faculdades ou trabalho, certo?
Os números mostram que o JF jogou, em média, metade das partidas jogadas por Tien e Mensik em 2025/2026, jogadores com idade próxima. Isso, aliada a ausência em ambientes competitivos (treino com tops), impediria a evolução dele. Parece até que involuiu. O que acha desse raciocínio Dalcim?
Seria o paciaroni uma boa opção para rreinar o João Fonseca? O que pensam?
” Só sei que nada sei”.
Ao menos para dividir a função com o Guilherme. O Rafa é bem mais experiente e preparado.
Obviamente ele há de ter seus motivos, mas joga poucos torneios. Deveria dar um passo atrás e disputar uns challengers pra ganhar confiança, ritmo e alguns pontos preciosos. Se cair na primeira rodada do Rio Open não seria surpresa se anunciar que só volta daqui a um mês e tanto…
Na boa , pareces criança ,meu caro. Djokovic mora na Grécia com toda a família. Incrível que não saibas que ele foi de mala e cuia. Ele não tem mais nada a ver com o que acontece por lá. Não se dá com o Presidente que o considera traidor. Abs !
João foi campeão de um atp500 em quadra rápida indoor 3 torneios atrás, e agora, depois de 2 derrotas seguidas vindo de problemas físicos tem gente falando em trocar equipe técnica. Pelamor que imediatismo imbecil.
Me parece que o João tem sentido a pressão por grandes resultados. Grandes nomes tem falado muito sobre ele – além, é claro, da torcida brasileira, que exige demais e de forma exagerada -, o que gera muita expectativa e, naturalmente, muita ansiedade. Penso que, que de alguma forma, ele tem que se blindar de tudo isso. Ele joga demais, isso é óbvio. Mas, precisa jogar com o mínimo de tranquilidade. Vi uma entrevista dele do ano passado, dizendo que não achava necessário um psicólogo. Talvez esteja na hora de repensar isso.
Ele disse que chegou a iniciar um acompanhamento psicológico mas não gostou. Provavelmente não tenha havido empatia entre ele e o (ou a) terapeuta. E era um outro momento. Acho também que vale a pena tentar novamente. Chama a atenção ele ficar nervoso durante um jogo inteiro, a ponto de travar as pernas, segundo revelou.
Não é fácil lidar com a necessidade de corresponder à grande expectativa criada em torno dele desde os 17 anos.
Esse é o grande buraco no jogo dos brasileiros em geral: o mental. Somos muito emotivos e suscetíveis de nos desestabilizarmos com pressão e cobranças.
Bamos..bamossss
Hoje, BHM anunciou o fim da parceria com o Técnico Rafael Paciaroni, o que muitos queriam, inclusive eu, dadas as circunstância, principalmente pelo jogo da BHM, o qual sem evoluções plenas/Saque contundente/2º saque pifio, e sem soluções táticas, ouo que muitos gostam de falar, inclusive eu, o famoso Plano A/b/c……
Sim, teve grande momento em 2022, chegando a final de um WTA 1000, e as, semi-finais de Roland Garros, e vamos ver, quem virá para o lugar do antigo treinador, e veremos o que ele pode agregar, e esperamos que a BHM evlua em nivel de jogo, talento e competência ela tem de sobra.
Já o JF, conforme vi nos coments abaixo, concordo com a maioria, e discordo de alguns, mas…deixa pra lá. Torcer para vir ao Rio Open, ganhar pelo menos, pelo menos e pelo menos a primeira…
Bia já deveria ter rompido seu vinculo com o treinador há muito tempo. O esporte vive de vitorias e conquistas, as vitorias e conquistas geram confiança, confiança gera mais vitorias, e assim se forma o chamado ciclo virtuoso. Quando ocorrem derrotas e derrotas, ainda mais se acachapantes, ocorre o inverso, justamente o que aconteceu com a Bia.
Um técnico não cuida apenas dos fundamentos, também cabe a ele incutir confiança, trabalhar o mental, fazer com o ou a atleta reaja quando passar por um momento ruim e se reencontre, quando isso for viável claro, pois há casos em que nada detém a queda.
Assim, vejo com naturalidade o que houve entre a Bia e o Rafael, que cada um siga o seu rumo e que ambos reencontrem o seus caminhos. Agora técnicos não fazem milagres, o atleta precisa acima de tudo demonstrar vontade e capacidade de superar as más fases. Torço para que a Bia se mostre capaz de dar a volta por cima, o primeiro passo ela finalmente deu…
João não é competitivo e mostrou que não aguenta pressao, apesar de estar bem rankeado ele simplismente nao acontece, jamais fará parte da elite do tênis mundial e tb nao fará frente com Alcaraz e muito menos com o Sinner, ele é um bom tenista é só. Torço por ele mas não vejo ele no top 3, uma pena pq tem potencial.
Você está sendo precipitado e imediatista. Poucos meses atrás, quando ele ganhou um ATP 500, você não apareceu aqui pra dizer isto.
Mas Eduardo.. quem já atingiu um Top30 (p24) já é um ‘atreta de elite’ do tênis.mundial.
Eu também não vejo ele no top3: olhei o ranking ontem e ele eatava no top40. Mas quem sabe, já que trata-se de uma longancarreira curta.
Dalcim vc não acha que o físico do João Fonseca funcionar ele não vai longe?
Nenhum tenista iria longe sem físico, Sandra.