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As emoções que faltaram durante toda a semana na chave masculina resolveram desaguar de uma vez só na arena Rod Laver, que viu duas semifinais do mais alto nível, que totalizaram 10 horas cheias de alternâncias, máximo empenho e decididas no quinto set.
Enquanto Novak Djokovic deslumbrou pela qualidade técnica e física de seus 38 anos, tendo de ganhar os dois derradeiros sets do jovem número 2 do mundo para atingir pela 11ª vez a decisão do Australian Open, Carlos Alcaraz viveu drama a partir do terceiro set e viu Alexander Zverev sacar para a vitória antes de concluir a batalha de 5h27.
Sinner ganhou 12 pontos a mais na partida, teve melhor percentual de acerto de primeiro saque, venceu mais pontos tanto com o primeiro como com o segundo serviço e também como devolvedor e finalizou com 72 winners diante de 46, incluindo mais do dobro de aces. Como explicar sua derrota, liderando por 2 sets a 1? De forma bem resumida, a questão foi eficiência. Djokovic jogou de forma notável os pontos importantes, escapando de todos os 10 break-points que encarou nos dois sets finais e aproveitando as duas únicas oportunidades que criou para tirar o serviço do italiano.
No total da partida, Nole foi quebrado apenas duas vezes em 18 momentos de pressão, mostrando um saque muito afiado para escapar de games perigosos e abusando das paralelas – com destaque total para seu forehand – para desestabilizar Sinner, que a mim muitas vezes pareceu apostar que se daria melhor a longo prazo, com o eventual desgaste do adversário, o que jamais aconteceu. Pelo contrário, há muito tempo não se via o sérvio tão inteiro e com escolha tão apurada de golpes.
De forma mais do que justa, Djoko garantiu o direito de disputar a 38ª final de Slam da carreira e a 11ª na Austrália, onde aliás nunca perdeu uma decisão. Ele não atingia a rodada derradeira de um Slam desde Wimbledon de 2024, onde aliás foi batido por Alcaraz, e está muito perto novamente do sonhado 25º troféu de Slam. Também se torna o finalista mais velho na história do torneio e o segundo de maior idade nos demais Slam, atrás apenas de Ken Rosewall, finalista de Wimbledon e do US Open aos 39 anos, em 1974.
Lembrado por Jim Courier que argumentou, meses atrás em Nova York, que era difícil hoje derrotar Sinner ou Alcaraz, o sérvio teve a resposta pronta e genial: “Difícil, mas não impossível”. Djokovic não tirava um set do italiano desde o Australian Open de 2024, período em que sofreu cinco derrotas seguidas, e encerrou ao mesmo tempo a série de 22 sets seguidos sobre top 10 que Sinner ostentava.
A batalha entre Alcaraz e Zverev foi ainda mais intensa, com três tiebreaks disputados. Com dificuldade, diante de um alemão firme no saque e na base, o espanhol abriu 2 a 0, mas na metade do terceiro set vomitou e teve um espasmo muscular na coxa direita, exigindo tratamento. Sascha não gostou nada da paralisação e do atendimento, mas Carlitos garante que não era cãibra. De qualquer forma, seu deslocamento caiu de produtividade, vieram mais dois tiebreaks e uma quebra logo no começo do quinto set, que indicavam Zverev como sério candidato a sua segunda final consecutiva.
Mas ao sacar para vitória, ele falhou, apesar de brigar em longos ralis e lances de risco. Alcaraz se agarrou à chance e levou todos os demais games para manter seu notável histórico de 60 partidas vencidas após faturar os dois primeiros sets e assumir a condição de tenista com melhor percentual de cinco sets bem sucedidos (94%) entre os que jogaram aos menos 10 partidas longas.
“Detesto desistir. Não pensei um segundo sequer em abandonar o jogo”, garantiu Alcaraz, que chegou a dar impressão de que iria largar o osso no começo do quarto set. “Não tinha mais forças, mesmo no 5/4”, argumentou Zverev. “Normalmente teria forçado o saque, mas minhas pernas pararam”. Recordado sobre sua ira ao ver Alcaraz sendo tratado de possível cãibra, o que gerou discussão ríspida com o árbitro geral, ele resolveu amenizar: “Foi uma das maiores batalhas já vistas no torneio, não quero que esse seja o tópico”.
Com a vitória no terceiro mais longo jogo da história do Open, com 5h27, Alcaraz é agora o mais jovem a chegar na final de todos os Slam. aos 22 anos e 272 dias, superando Courier por 51 dias, e o terceiro de menor idade a somar oito decisões desse quilate, atrás de Bjorn Borg e Rafael Nadal. Dado relevante diz também que Alcaraz ganhou 15 das 16 partidas que já fez com mais de 3h50. Caso erga o único grande troféu que ainda não possui, será o mais novo homem a completar o Career Slam.
A decisão de domingo marcará o 10º encontro entre os dois, com pequena vantagem de 5 a 4 para o sérvio. Viveremos reedições de momentos memoráveis, como duas finais de Wimbledon, em 2023 e 2024, e a luta pelo ouro olímpico do ano passado. Reedita ainda as quartas de Melbourne do ano passado, em que Alcaraz venceu o primeiro set e depois tomou virada.
Com tudo o que aconteceu nesta sexta-feira, a garantia é que haverá um momento histórico. E de que o duelo ficou completamente aberto.
Mais emoção entre as meninas?
A final feminina às 5h30 deste sábado também promete equilíbrio e tensão na arena Rod Laver. A bielorrussa vai em busca do terceiro título em sua quarta final no Australian Open e encontra a mesma adversária da primeira conquista, Elena Rybakina, lá em 2023.
Ambas chegam à decisão sem perder set, algo que não acontecia num Slam desde as irmãs Williams em Wimbledon de 2008. A número 1 ganhou oito dos 14 confrontos, porém perdeu justamente o mais recente, na decisão do Finals de Riad, em novembro.
Sabalenka tem agora sete finais seguidas em Slam sobre quadra dura, igualando Steffi Graf e Martina Hingis, e vai atrás do quinto troféu geral, a mesma quantidade de Hingis, Maria Sharapova e Althea Gibson. Já Rybakina, campeã de Wimbledon há quatro anos, ganhou 19 de seus 20 jogos desde outubro e está numa série de oito vitórias seguidas sobre top 10.
E mais
– Alcaraz escreveu “Believe” na lente da câmera para celebrar seu esforço em quadra, mas talvez tenha dado a mensagem correta para Djokovic.
– Descontraído, Nole cumprimentou Carlitos antes de ir à quadra e brincou: “Sou velhinho, preciso dormir cedo”.
– Foi o 48º jogo de Djokovic em melhor de cinco sets, igualando Federer e agora só um atrás de Wawrinka. De quebra, tornou-se o único profissional da história com ao menos uma final por 21 temporadas consecutivas.
– Esta foi a primeira vez desde Wimbledon de 2018 que as duas semis do mesmo Slam chegaram a cinco sets.
– “Está com cãibra, é um absurdo, inacreditável. Você não pode estar agindo com seriedade, você protege os dois”, disparou Zverev ao árbitro geral, referindo-se à parada do jogo de Sinner lá na terceira rodada.
– O alemão só ganhou um de seus 15 confrontos diante de um top 5 em toda sua trajetória em Slam
– Os australianos Olivia Gadecki e John Peers venceram a final de duplas mistas, batendo os franceses Manuel Guinard e Kristina Mladenovic por 4/6, 6/3 e 10-8, e chegaram ao bi, algo que não acontecia desde 1989.
– Guto Miguel parou no esloveno Ziga Sesko nas quartas de final, mas por pouco não levou ao terceiro set, caindo por 6/2 e 7/6 (7-5). O goiano está com contusão na panturrilha.












Ninguém comentou, mas a cena do fisioterapeuta chorando, derruba um monte de coisas.
Na minha interpretação, muito bonita.
Legal mesmo a cena. A incredulidade dele. O feito foi enorme. Mas que pare agora.. kkk
Depois de amanhã, tudo bem.
Rsss
Fãs do Sinner, são haters do Djokovic ???. De onde tirastes essa ” pérola” meu caro ??? rsrs. Abs !
O mérito do Djokovic é saber dosar o seu físico para enfrentar esses caras jovens – para isso, vale muito o seu saque e a grande devolução, fatores que valem muito para encurtar os pontos. No jogo com o Sinner, isso combinou ainda com certa apatia do italiano, resultando na vitória do sérvio.
Dosar o físico? Até gostaria de ver Djoko conquistando esse AO, mas, se isso acontecer, acho que ele deveria dividir a premiação com o Mensik e o Musetti. Hehe!!
Não vi você comentar que Sinner deveria dividir a premiação com Dimitrov.
Pobre velhinho Dimi. Acho que merecia o prêmio inteiro.
Na verdade são fãs do Federer.
Djokovic em 2011 era um cavalo fisicamente, não tem comparação o tanto que ele conseguia cobrir a quadra de ponta a ponta. E ele não errava uma bola.
Lembro de estar assistindo a um jogo dele em Roma 2011, com transmissao do Sportv, contra o Soderling. O Narck Rodrigues falou assim “parece que a bola freia para o Djokovic bater”.
Esse era o sentimento na época, esse cara entrava em quadra para destruir quem vinha pela frente. Versão mais assustadora do Djokovic. Claro, fez ajustes desde então mas naquele primeiro semestre ele esteve no auge físico, não tenho dúvidas.
E a de 2015?
O Djoko mais equilibrado, na média, foi o de 2015.
A versão 2011 foi tão intensa que acabou após o US Open.
“Ninguém ganha de Novak Djokovic 6 vezes consecutivas. ”
Fabriciano, Luiz
São piadistas ou Enzos que não viram o auge do Big 3, kkkkkk.
No Pelas Quadras ontem foi mostrada uma comparação do que houve na semi de ontem: Sinner teve mais aces, winners e pontos vencidos; por seu lado Djoko venceu mais… sets, 3×2! Quem será que venceu o jogo? Isso apenas demonstra o quão patético é o comentário dos famosos 94 winners do jogo das lamentações na final de W, winner não significa nada a não ser mais agressividade deste ou daquele jogador…
Time A pode ter mais passes, mais desarmes, mais etc.
Time B fez mais gols do que o Time A
Adivinhem qual time ganhou a partida?
Perfeito. Este é também o teu Esporte Sr PF. Mas tenho que reconhecer que quando o assunto é ” goat ” , entras em êxtase como muitos em grandes partidas de Tênis. Tipo Final de RG 2025. Abs !
Time A pode ter mandado mais bolas na trave tb. Quase gol = não gol.
Tem uma forma mais precisa de explicar o que aconteceu, e que o Dalcim registrou em seu post. Djoko aproveitou melhor as oportunidades de quebra, de forma mais destacada nos 2 sets finais, quando concretizou as quebras nas 2 únicas chances que teve, uma em cada set, Sinner, por sua vez, desperdiçou todas as 10 que teve. É muita chance perdida. Algumas por falta de agressividade dele, mas acho que a maioria foi por maior gana e contundência do Djoko, sacando com precisão em vários desses pontos. Portanto, mérito total do sérvio.
Tênis é um esporte de pressão. Alcaraz venceu a final de Wb 2023 dessa forma. Mas, vai explicar para alguns aqui…
Sabes nada do Esporte. Ganhar as estatísticas de toda uma partida , somente engrandece a vitória do Oponente. Significa que este venceu praticamente, todos os pontos importantes. Patético és tu , que tem mentalidade de torcedor de futebol. Estás num fórum errado Sr ” diversão garantida”. ” O que vale é o resultado ” na tua infantil opinião . Ser altamente agressivo e transformar em pontos vencidos , não é tão fácil como parece . Exceto para um que nunca jogou . O público entra em êxtase numa partida Épica. Para entender , somente assistindo. Abs !
Diante de todas as argumentações dos Senhores temos o veredito final:
Djoko é maior, melhor e mais influente tenista da história. Briga, também, para ser o maior atleta da história!!
No inicio do set3 achei que a partida estava perdida para Rybakina, que teve muita força física e mental para voltar na partida e vencer 5 games seguidos, culminando com o titulo; as duas paralelas no game final foram magistrais. Ao contrario de um certo tenista do masculino, não amarelou ao servir para o titulo.
Só não gostei da forma que comemorou, como se tivesse ganhado de mim kkk. Gosto de esportistas com sangue nos olhos, que lutam e exteriorizam seus sentimentos, mas aí cada pessoa tem um perfil e temos que respeitar as diferenças…
Parabéns Rybakina…
Sou da mesma opinião sobre a cazaque. Muito fria pro meu gosto. Pode ser que sinta mais calor por dentro, mas por fora não se vê nada. Mal sabe dar um sorriso. A ‘vibração’ dela ao vencer um major é um tanto desconcertante (não achei outra palavra. Kkkk!).
Bem , pelo jeito não conhecestes Bjorn Borg. O ICE foi um Pop Star, mesmo com esse estilo fora das quadras. Segundo ATP, Jannik Sinner, aquele mesmo que foi acusado de não ter carisma algum, foi o preferido dos fãs em 2024 e 2025 . A frente de Carlos Alcaraz, que venceu ( votação dos Tenistas ) como o maior em Esportividade , também nestes dois anos. Prêmio Stefan Edberg. Abs !
Jannick Sinner, não tem carisma e foi escolhido o melhor tenista. Uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa.
Imagine se não tivesse sido condenado por doping.
Teve o direito de defesa e de cumprir a pena . Para a grande maioria, o um bilionesimo não interferiu em nada . Ele não foi escolhido o melhor Tenista ( incrível as tuas dificuldades faz tempo) , leia direito. Foi o preferido do público, o mais querido… Pela mor …Abs !
Só piorou agora.
Então, Sérgio, Borg foi meu primeiro ídolo no tênis, ao tempo em que eu comecei a jogar. Ídolo mesmo, admirei muito o cara, mesmo com seu estilo freezer. Parte da admiração foi pelo que ele fez pela popularização do esporte, mas não sei dizer se ele seria meu ídolo hoje. Talvez sim, talvez não. Atualmente, manifesto mais torcida por Sinner do que por Alcaraz, apesar do italiano ser parecido com Rybakina em introversão. Abs
Mas, olha, chamar o Borg de ICE, assim em maiúsculas, é sacanagem. Para alguns pode confundir com aquele lixo de instituição americana tocando horror no próprio país.
IceBorg era como sempre foi conhecido, meu caro . E seu estilo de não sorrir quase nunca , não impediu sua imensa popularidade. O mesmo já acontece com Jannik Sinner, guardada as devidas proporções. Abs !
Sei disso, Sérgio. Borg foi meu primeiro ídolo no tênis, ao tempo em que comecei a jogar. Ídolo mesmo. Admirei muito o cara, por sua personalidade e pelo que fez pelo esporte, mas não sei se seria meu preferido hoje, por conta do seu estilo freezer de não mostrar emoções. O que eu disse sobre ICE, assim com maiúsculas, é que esta é a sigla da odiosa polícia de imigração americana que aterroriza os próprios cidadãos, nada a ver com o espetacular sueco. Abs
Sinner não jogou bem o torneio todo e ontem esteve péssimo, diria que jogou 50% do que pode, errático, principalmente nos momentos importantes e não é a toa que perdeu 16 chances de quebra. Mas fez 12 pontos a mais que o servio o que mostra que, apesar de ter jogado metade do que pode e Novak ter feito o melhor jogo em anos, Jannik foi o senhor do jogo.
Senhor derrotado, só se for, kkkkk.
Mundiais de 2005 e 2006.
Teriam sido Liverpool e Barcelona os senhores do jogo?
Kkkkkkkk
Entretanto, os troféus encontram-se no Morumbi e no Beira-Rio.
Na boa , esquece futebol, meu caro. Nada a ver com este maravilhoso Esporte. As vezes um bando acha um gol e vence .Abs !
Senhor do jogo, mas subalterno nos pontos chave. Infelizmente pra ele. Esteve abaixo, mas não acho que tenha jogado mal. O sérvio é que foi incrivelmente resiliente, ganhando um monte de pontos longos, especialidade do Sinner. O que eu vi foi o cenoura com uma bola um pouco mais mais lenta que o usual e sem conseguir mandá-la fora do alcance do Djoko.
Somente não podes esquecer do 40 x 15 e saque no Quinto Set. Djokovic perdeu o segundo Match-point , com a quadra inteira e jogou nas mãos de SInner. Vimos anos Turminha da Kombi falando em amarelada do Craque Suíço. E olha que não era Quinto Set. Daí Sinner definitivamente não soube tirar proveito. Imagina se fosse Zverev… Com ele Carlos Alcaraz não perdoou. Abs !
Incrível como um cara que se auto intitula conhecedor do esporte não sabe definir a diferença entre derrota e vitória.
Ridículo isso.
Pior tu não conseguir interpretar texto algum . Incapaz de ler algum por inteiro. Não vou dizer o que acho do teu momento atual, pois não passa mesmo na moderação. Abs !
Ahh é?
Me responda então:
Nos 40×15 de Wim19 e nos 40×15 de ontem, quem foi o vencedor?
Só tem uma opção de resposta.
Objetiva, sem textão nada com nada.
O vencedor foi Djokovic. E daí cara pálida????. Até o vencedor reconheceu a exibição espetacular do Sr de 38 , que o encurralou na partida . Dois lunáticos LFs , sem noção, somente entendem de fanatismo . Abs !
Ah, sim, e acho que o italiano explora muito pouco variações no jogo. Vi ele perder muita chance de aplicar curtas, o que apressaria o cansaço do sérvio.
Snif. “Novak nunca mais vai tirar set do italiano, Sinner é melhor do que qualquer versão do sérvio, este foi dominado mentalmente”.
Tudo enterrado ontem com a vitória do vovô GOAT em cima do atual bicampeão e que terminou o ano vencendo o Finals. As melhores versões fariam grandes estragos.
Marquinhos e suas vergonhas eternas.
Estou sem inspiração para rir agora.
Novak Djokovic é um jogador que foge completamente dos padrões do esporte. Em quadra, ele realiza feitos inacreditáveis, que desafiam os limites humanos, tanto no aspecto físico quanto no mental — algo que beira o sobrenatural. Isso é extraordinário para o esporte, para o tênis e, principalmente, para nós, fãs do tênis e admiradores do Novak.
Dalcim,
Como o número 3 do mundo não consegue quebrar o saque uma vez sequer do Alcaraz andando em quadra, é só conseguiu ganhar os sets no tiebreak? Isso alongou demais o jogo e deu tempo pro espanhol se recuperar. É inacreditável que um número 3 não o tenha massacrado em pouco tempo.
Alcaraz por outro lado será talvez o maior competidor que o tênis já viu. Que façanha incrível a dele! Djoko deu sorte nas 8as e 4as e chegou zerado pra pegar o italiano, que, concordando com você, achou que ele uma hora iria cansar, mas que nada. Incrível Djokovic.
Set1 disputado essencialmente no fundo da quadra, por sinal sem grande brilhantismo por parte das duas jogadoras. A Musakina do meu amigo Paulo se destacou nas devoluções no game1, quebrou, salvou duas quebras pouco depois e venceu. A despeito dessa vitoria no set inicial, ainda vejo a partida totalmente aberta; Rybakina vai precisar manter a excelente qualidade do serviço (como ela serve bem no lado da vantagem) para levar o titulo, pois Sabalenka me parece com um pouco mais de potencia e esta bem focada…
Concordo bem com duas coisas que o Fernando Brack destacou abaixo.
Realmente, o Sinner não estava no seu melhor dia, com o seu “God Mode” on.
Mas enfrentou um Djokovic que estava. E além de tudo mais descansado.
Já o Zverev é aquela coisa, né. O cara tem boas armas, como o saque, um bom backhand e tal, mas não tem espírito de campeão.
Quase o tempo todo a sua expressão corporal é de um derrotado. Se não mudar o script bem rápido, jamais ganhará um Grand Slam mesmo…
O tênis é isso. E por isso não existe, pra mim, esporte melhor – não importa o total dos pontos, mas sim quem consegue jogar melhor os pontos mais importantes.
E isso torna tudo muito empolgante.
O Sinner fez mais winners. Mas poucos foram os momentos em que ele brilhou. Jogou um pouco abaixo do que podia? Também acredito que sim.
O que eu gostei no Djokovic é que ele não só ganhou os pontos cruciais, mas porque fugiu do monótono.
Bem diferente de Wimbledon 2019, em que considero bem mais vacilo do Federer, do que algo especial que o sérvio tenha feito.
Naquele dia, a taça terminou nas mãos erradas sim (podem os nolistas chiarem como for rs).
O Federer foi espetacular quase que o jogo todo, cara. 94 winners. Alguns deles ganhando até rallies longos que eram especialidade do Novak.
Aquele Wimbledon era do Federer por direito! Só não foi de fato rs
O sérvio correu e se defendeu loucamente. Anulou o tênis-arte do suíço com um anti-tênis chatinho, nos tie-breaks.
E contou com más escolhas de saque do rival nos dois matchpoints.
E vamos lembrar também que no último tie-break sequer houve disputa. O Federer jogou muito mal, e deu o título de bandeja.
O Djoko venceu, mas não convenceu.
Ontem foi tudo diferente:
em muitos break-points salvos (18 no total, sendo 10 seguidos), o sérvio foi agressivo e conseguiu lindos winners na paralela, com o forehand.
Foi espetacular nos pontos-chave.
Bom, é a minha análise. Domingo promete, e eu não perco por nada!
Não assisti essa final de Wimbledon, então não posso comentar sobre ela, mas de resto, comentário muito lúcido! Que venha a grande batalha!
Sério? Começou a torcer pro sérvio mais recentemente?
Naquela final eu nem levantei do sofá, rs. Fiquei grudado na tela por mais de 5 horas, incluindo premiação.
Não minta , meu caro. Fostes ao banheiro no mínimo 94 vezes… Rsrsrs, Abs !
Sobre a final de 2019 eu pensei na época e penso até hoje da seguinte forma:
– Para mim Djokovic esteve tecnicamente abaixo naquele torneio, teve muita dificuldade para ganhar do Agut e tinha acabado de mudar o saque, devido ao pouco tempo de contratação do Ivanisevic. Ele esteve defensivo além da conta.
– Federer por outro lado jogou um torneio afiado do início ao fim, bateu o Nadal nas semis por 3 x 1 com autoridade e sufocou o Djokovic na final, talvez mordido pelas finais de 2014 e 2015.
– O problema é que o sérvio conseguiu levar o jogo para os tie-breaks e nessa área foi melhor que o suíço, ou seja, em pontos de pressão ele foi melhor, no detalhe.
– Os dois tenistas sentiram a pressão em momentos do jogo. Djokovic teve quebra acima no 5° set (4-2) e Federer teve ponto do campeonato.
– Em síntese, Federer esteve melhor no aspecto técnico, enquanto Djoko se segurou no aspecto mental, muita frieza.
– Houve ainda um último tie-break e nele o Djoko foi bem superior. Achei que o Federer entrou com o pensamento “aqui já foi”, não conseguiu jogar.
Bem superior com 13 x 12 no Tiebreak do Quinto Set. ???. Acha que alguém engole isso , Mestrinho Jonas????. Resolveu sumir com os Winners do dito cujo , com o ” aqui já foi ” ????. Rsrsrs,Abs !
Bem superior NO tie-break do último set, leia direito.
Sei que ele e todos os demais envolvidos (incluindo os que perderam na rodada e seus parentes até o quarto grau) ganharam milhões de dinheiro e eu não ganhei nada. Mesmo assim, parabéns, vc mereceu! Mas, não irei discutir com ninguém. Minha religião não permite.
Eu trata até minhas velhas tias de “meninas”, caro amigo. É meu jeito respeitoso e carinhoso de me referir a elas.
Um esforço descomunal para conseguir vencer o Sinner. Como disse o próprio Djokovic, “muito difícil, mas não impossível”. Todavia, exigiu um desgaste extremo.
Como se isso não bastasse, ainda terá que enfrentar o Alcaraz no domingo, kkkk. Esse é o desafio dos tenistas atuais. Vencer Sinner e Alcaraz em sequência, em melhor de 5 sets…eis o preço para vencer um slam.
Bom, foi assim no passado com o Big 3.
Pow, o nosso ídolo venceu!
É, venceu.
Na prática o Djokovic tem mais 39 anos do que 38 anos, ele faz aniverśario agora em maio.
O Alcaraz é mais ganhável que o Sinner, se Djokovic tiver físico, leva.