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De maneiras muito distintas, Jannik Sinner e Carlos Alcaraz cumpriram o esperado e irão decidir o segundo Grand Slam consecutivo, saindo do saibro de Paris para a grama de Wimbledon. Se o atual bicampeão precisou usar suas melhores armas na semifinal contra um inspirado Taylor Fritz, o líder do ranking realiza o sonho da final no All England Club com uma vitória de poucos sustos e emoções diante de um limitado. Novak Djokovic.
Sinner não pode reclamar da sorte. Avariado no cotovelo direito devido a queda bem no começo das quartas de final, viu o búlgaro Grigor Dimitrov sofrer lesão que o impediu de continuar a partida em que vencia por 2 sets a 0. Depois, numa semifinal que deveria ser muito dura contra o sete vezes campeão, o adversário de 38 anos mostrou limitações de mobilidade, fruto de um escorregão nos últimos lances da partida de quarta-feira.
O italiano tem menos troféus de Slam do que Alcaraz – três contra cinco -, mas se antecipou ao rival e se tornou o 11º profissional a disputar finais em todos os quatro Slam, algo que ainda falta ao espanhol, vencedor nos três pisos, mas ainda sem atingir sequer semi na Austrália. Além disso, Sinner também integra a curta lista de jogadores que somam quatro finais seguidas de Slam, igualando-se a Rod Laver, Andre Agassi, Roger Federer, Djokovic e Rafael Nadal.
A expectativa de que Djokovic não estivesse inteiro para a segunda semi infelizmente se concretizou e desde o começo ficou clara a movimentação deficitária, algo que dificilmente lhe ajudaria contra um Sinner em forma, distribuindo bolas com profundidade e eficiência desde o primeiro game.
O sérvio só não sofreu derrota pior porque sacou muito bem – o que aliás fez em todo o torneio – e optou de forma inteligente a ir o máximo à rede, fugindo dos ralis. Mas, mesmo com o 3/0 que inesperadamente conseguiu no terceiro set, nunca foi páreo para um italiano extremamente firme na base, muito ágil e sabendo colocar a bola em pontos em que o sérvio não teria chance de chegar e fazer seu conhecido contragolpe.
Alcaraz tenta fazer mais história
Ganhar Roland Garros e Wimbledon na mesma temporada por duas vezes seguidas e se tornar tricampeão do mais prestigiado torneio do circuito, tudo isso mal completados 22 anos, são as façanhas que aguardam Alcaraz às 12h deste domingo. Ele ainda carrega o feito de ter vencido todas as cinco finais de Slam de que participou até agora.
Nunca esqueçamos que o espanhol ganhou praticamente tudo que disputou desde que pisou no saibro de Monte Carlo, em abril, tendo só perdido a final de Barcelona. Emendou Mônaco com Roma, Roland Garros e Queen’s e portanto está em sua sexta final consecutiva.
O pupilo de Juan Carlos Ferrero tem agora o mesmo número de finais de Wimbledon do que Andy Murray, Stefan Edberg, John Newcombe e Andy Roddick e se junta a outros nove que o fizeram consecutivamente.
Tentará se tornar o quinto homem na Era Aberta a ser tri efetivo no Club, repetindo Borg, Federer, Djokovic e Sampras e, se o fizer, será o segundo mais jovem, com diferença de meros 37 dias para Borg.
Mas chegar lá foi trabalhoso. Fritz mostrou toda sua competência sobre a grama e ficou a um ponto de levar o jogo ao quinto set, numa partida em que sacou muito bem e obteve devoluções preciosas, faltando mesmo só perder o medo de ir mais à rede, algo que sobrou a Alcaraz, que foi lá 41 vezes e só perdeu desses 10 lances.
Claro que o tiebreak do quarto set foi o grande momento da partida. O espanhol começou muito bem e teve 4-3 e dois saques. Mas aí não encaixou o primeiro serviço e o norte-americano se mostrou destemido, participando para cima e virando para 6-4. Sacou e ficou atrás, o que permitiu ao espanhol se salvar e aproveitar a primeira chance de fechar a interessante partida.
Mais uma decisão
Esta será a segunda final de Slam consecutiva entre Sinner e Alcaraz, mas um deles tem decidido Slam seguidamente desde o Australian Open de 2024. Já são portanto sete Slam com ao menos um ou outro na decisão, o que sacramenta a nova rivalidade de ponta do tênis masculino.
A final entre Alcaraz e Sinner é a 17ª de Wimbledon da Era Aberta entre os dois principais cabeças de chave. Mais curioso ainda, os três Slam desta temporada viram final entre os dois principais cabeças, algo que só havia acontecido uma vez, em 1978. O circuito também não via finais idênticas de Roland Garros e de Wimbledon desde Nadal e Federer, que fizeram isso entre 2006 e 2008 e eram então os únicos da Era Profissional.
Claro que impedir o tri de Alcaraz em Wimbledon será a mais saborosa vingança que Sinner poderá ter depois da amarga queda em Roland Garros. Desde agosto do ano passado, o italiano sofreu apenas três derrotas para um top 10 e todas foram para o espanhol. No geral, Alcaraz tem 8 a 4 no histórico e a ‘freguesia’ já soma cinco capítulos desde que o italiano ganhou em outubro de 2023.
Djokovic por sua vez não perdia uma semi de Wimbledon desde 2012 para Federer e vinha fazendo todas finais desde 2018. Nas últimas 11 edições do torneio, só havia ficado de fora da decisão por duas vezes, em 2016 e 2017. Terá sido seu adeus? Até que ele próprio anuncie, é melhor acreditar que não, porque afinal das contas ele chegou na penúltima rodada dos três Slam da temporada e fez um Wimbledon muito competitivo.
A exigente vitória de Alcaraz contra Fritz na visão de Paulo Cleto, pic.twitter.com/EEy6ffVZRy
— TenisBrasil (@sitetenisbrasil) July 11, 2025
Quem será a nova campeã?
A polonesa Iga Swiatek e a norte-americana Amanda Anisimova se enfrentarão pela primeira vez no circuito valendo uma conquista gigante. O duelo acontece ao meio-dia de Brasília, novo horário das finais de Wimbledon.
Iga leva todo o favoritismo, já que nunca perdeu final de Slam e já está na sexta, com tetra em Paris e outro no US Open. Curiosamente, ela não conquista títulos desde justamente Roland Garros do ano passado.
Com 23 anos, apenas uma a menos que a adversária, Anisimova tem como maior troféu o recente 1000 de Doha. Tenta recuperar o título de Wimbledon para seu país depois de nove anos.
As famosas casas de aposta britânicas dizem que Iga tem duas vezes mais chance de ganhar. E você?










Boa tarde! Dalcim!
Fui jogador de tênis e sempre me impressiona o fato de não mudarem a posição de saque.
Se os adversários devolvem a bola nos pés, quase em cima da linha, não seria mais conveniente treinar e sacar dois palmos atrás? Isso talvez facilitasse a devolução da bola.
O que você acha?
Acho que o peso do primeiro saque ainda é maior do que a eventual devolução profunda, Carlos Roberto.
Dalcim , as contusões tanto do Dimitrov e do Djokovic foram por tombo ou esforço excessivo da onde se machucaram ?
Tombos.
Vencer um GS é p poucos, não basta apenas jogar bem. Isso ficou demonstrado ha pouco, Anisimova, tenista de grande qualidade, que eliminou a principal favorita ao titulo, não conseguiu jogar. Mental é tão fundamental quanto o fisico, mas o fisico se treina, o mental não.
Por outro lado o mental q estava comprometido na Iga agora creio q retornou ao usual, ou seja, a grande campeã está de volta, talvez rumo a retomar o numero um do mundo. Toda a carga negativa da historia do doping está superada, faz parte do passado. Q atuação espetacular e quase sem erros da polonesa. Rafa deve estar orgulhoso da sua torcedora numero um…
Por isso tênis feminino é tenso de assistir… que atropelo… O emocional delas pesa demais.
Que final sem sal no feminino até agora.
Imaginava a Iga bem, mas nunca esse atropelo. Vamos p o set2…
Sinner se faz de morto pra viver , essa contusão dele está esquisita, ele ainda vai ganhar do Alcaraz, aliás Dalcim em quem vc aposta ?
Alcaraz tem mais currículo na grama, Sandra.
Acredito que Anisimova vai ser campeã pelo simples fato de que vencer Sabalenka em Wimbledon é mais difícil do que vencer Swiatek. Mas não vou palpitar. É só um pensamento escrito, um raciocínio, um exercício de lógica!
Zicou a Anisimova. 6 a 0 no primeiro set e 3 a 0 no segundo set.
Alguma coisa aconteceu. Pode ter sido praga da Sabalenka que não aceita perder.
Posta q o Sinner também ganha, por favor…
Não tenho controle sobre este poder. Já testei várias vezes contra Djokovic e nunca deu certo.
Dalcim, dentre as jovens promessas do tênis, quem vc julga q poderá fazer realmente frente a Alcaraz e Sinner no curto/médio prazo? Ou será q teremos um Big 2 ao invés de um Big3)?
O tempo é mesmo o senhor da razão!
Quantas vezes eu passei raiva aqui (e admito que passei mesmo) quando lia as alegações de vários djokovistas do blog que todas as derrotas do Federer, pela idade, não passaram apenas de desculpa e choro?
O Jonas cansou de defender isso, o Fabriciano cansou. O Luiz Fernando debochava e chamava de “Cansadão”.
E agora, meus bons? rs.
Precisava mesmo o próprio Djoko, ao sentir na carne os efeitos naturais da idade, expô-los verbalmente, para vocês?
Não seria mais bonito admitir que a conta chega para todos, quando se joga melhor de 5 sets, por duas semanas.
Ainda mais contra tenistas do preparo físico do Djoko, depois de certa idade?
Claro que não, né? É mais fácil se deixar levar pelo deslumbramento e idolatria, supondo que o sérvio seria a evolução do tênis…
Rodrigo, você tá procurando algo sem sentido pra se apegar. Nenhum tenista joga até 50 anos em alto nível, isso é uma obviedade.
Federer não era velho em 2008 ou 2011, quando tinha menos de 30 anos. Só foi superado por rivais diretos, acontece. Era chamado de cansadão (não por mim), por causa dessas desculpas.
Djokovic está sendo batido aos 38 anos, por jogadores 15 anos mais novos. Eu nem preciso desenhar.
Resumindo: a idade chegou para Djokovic e Federer aos 38 (coincidência), para o Nadal um pouco antes, aos 36 salvo engano. É um ciclo normal, simples assim, abs.
Em 2008 Federer teve mononucleose, doença já acabou com carreiras, como daquele sueco que perdeu a final de RG em 2009.
Mas apesar de ter atrapalhado no jogo contra Nadal em 2008, o jogo que mais atrapalhou foi contra Novak no Austrália Open, pois foi no começo da temporada.
Roger jamais perderia por 3×0 naquela época pro cotonete. Venceria tranquilamente.
Em 2008 ele venceu o US Open, tinha 27 anos. No Australian Open 2009 perdeu para o Nadal de novo em uma decisão. Federer já era freguês do espanhol antes dos 30.
Foi dizimado pelo Djokovic no Australian Open 2011, com 29 anos, temporada em que o Djoko amassou a dupla Fedal.
Fácil entender que Federer foi superado antes dos 30 anos por rivais diretos. Próxima.
Um laboratório científico renomado, descobriu que a mononucleose que acometeu Mr. Federer em 2008, trazia em seu DNA, traços do DNA de Nadal e Djokovic. Esses traços, ao entrarem no corpo do suíço, lhe causava uma briga desigual. Ou seja, Federer foi a quadra lutar contra um Djokovic do outro lado da rede e com outro Djokovic dentro de si. Assim como contra Nadal. Dois contra um fica realmente difícil.
E falando sério com quem não fala, tanto “Roger” perderia aquela por 3×0 que perdeu várias outras, mesmo sem o DNA invasor acima.
Repetitivo hein, essa provocação marcou vcs hein kkk, como vcs sofreram hein kkkk. Como diria seu amiguinho querido, abs…
Estranho o Sérgio Ribeiro não estar por aqui.
Ele virá com as balelas habituais…
Puxa, tu está até parecendo com outro, misturando alhos com bugalhos.
Queres mesmo comparar as condições de Djokovic x Sinner com a história passada de Djokovic x Federer?
Digamos que o juvenil Djokovic em suas andanças pela Itália, aos 16 anos, conhecesse uma italiana e tivessem uma relação irresponsável, numa noite dessas.
Poderiam estar jogando semana passada pai e filho na semi de Wimbledon.
Isso não tem pé nem cabeça…
E, jamais chamei Mr. Federer de cansadão, mesmo porque, não o achava. O que sempre achei, é que o sérvio encontrou a fórmula de ultrapassa-lo na bola, na cabeça, na vontade, mesmo o suíço jogando mais bonito (para uns). Só isso.
Se nessa semi fosse Djokovic x Federer novamente, era jogo para 5 sets.
Olha, quero sim (rs)
O raciocínio que vale para o suíço deveria valer para o sérvio também, não?
E não acho que eu esteja misturando nada. Fui bem claro na minha colocação.
Também confesso que eu não entendi absolutamente nada do que vc quis inferir com esse exemplo aí do pai enfrentar o filho rs
Mas o que penso é que a suposta fórmula que vc citou do sérvio ter achado de vencer o suíço tem nome: melhor físico.
Não estou dizendo que o Djoko ganhou mais dele apenas e tão somente por causa disso. Seria tendencioso demais da minha parte.
Mas que o fator físico pesou consideravelmente nessa equação, estou certo que sim, pesou. Mormente, na reta final da carreira do Federer…
E não. Não são apenas “algumas pessoas” que acham o jogo do suíço mais bonito, cara. É quase que um consenso geral isso.
Inclusive, estou de que se vc fizesse essa pergunta para o próprio Djoko, seria exatamente isso que ele diria a você…
Entre outras coisas, quis dizer que Sinner e Djokovic têm diferenças de idade que poderia ser de pai e filho.
Muito diferente de Djokovic e Federer que é < 6 anos. Então, na opinião do próprio suíço, não foi empecilho para disputar 50 jogos com o sérvio e ganhar menos que perder.
Por isso disse alhos com bugalhos.
Federer não teve que enfrentar garotos com tanta diferença de idade, estando eles no topo do ranking, como estão Sinner e Alcaraz.
Tinha basicamente Nadal e Djokovic, com idade compatível para disputas acirradas, como de fato foram.
E quanto a fórmula encontrada por Djokovic, você atribuiu ao físico, depois bateu uma luz e recuou um pouco, rsss.
A fórmula foi um aprofundado estudo de explorar os pontos fracos do suíço, que verdadeiramente existia.
O Dácio Campos não cansava de dizer que o sérvio era o tenista mais completo que ele conhecia, então, natural que soubesse ir onde havia espaço em um menos completo, certo?
Vou te responder ponto a ponto:
1. Ok. Realmente a diferença de idade entre Sinner e Djoko é abissal.
2. No h2h, o Djoko só tem 4 vitórias a mais sobre o suíço. Nos últimos 15 confrontos fica 10 a 5 pro sérvio. Um bom indicativo da minha teoria.
3. Sim. Federer não teve que enfrentar dois super jovens fenomenais como Sinner e Alcaraz. Beleza. Mas enfrentou 2 monstros colecionadores de Slams. (e ambos 5 anos mais jovens).
4. A idade foi compatível por um longo período sim. Verdade. Mas na reta final da carreira do suíço, o gap se tornou crescente pelo fator que pontuei.
5. Não recuei. Frisei que assim como acho desonesto atribuir o h2h só ao físico do sérvio, também acho desonesto suprimir por completo essa vantagem do Djoko.
6. Verdade. O Djokovic pode ser considerado mais completo por ter mais exuberância física do que o suíço.
3 – Mas aí voltamos ao começo. Enfrentou dois colecionadores de Slams, 5 anos mais jovens, apenas. E em minha opinião, não foi esse o divisor de águas para o h2h negativo. No caso de Nadal, menos ainda, pois o espanhol partiu na frente desde cedo, ao contrário do sérvio que só virou o jogo no segundo tempo. E o FEDAL se confrontam desde que Mr. Federer tinha seus 20 e poucos. A questão é bem outra.
Esse comentário eu dedico ao Luiz Fernando.
Faço questão!
Palavras do próprio Djokovic na entrevista de ontem, após cair em sets direitos para Sinner:
” Não acho que seja azar. É só a idade. O desgaste do corpo. Por mais que eu cuide dele, a realidade me atinge agora, neste último ano e meio, como nunca antes, para ser sincero. É difícil pra mim aceitar isso, porque sinto que, quando estou descansado e em forma, ainda consigo jogar um tênis muito bom.
Agora vem o trecho mais importante, destacado em negrito:
” jogar melhor de 5 sets tem sido uma verdadeira luta física pra mim”.
” Quanto mais o torneio se alonga, pior a condição fica. Tenho que jogar contra Sinner e Alcaraz. Eles estão em forma, jovens, afiados. Sinto que vou para a partida com o tanque meio vazio “.
Quantas vezes o Luiz veio aqui e chamou o Federer de “Cansadão” ? Milhares de vezes!
E agora hein, Sr. Luiz, quem é o “Cansadão” dos tempos atuais?
Estou emocionado com seu amor pelo Federer rs. Essa defesa apaixonada. O falso isentão desapareceu
Não tem criatividade nem para alfinetar kkkk
Só faz imitar as minhas frases.
Que decadência hein…
Não, colega. Você disse que não ligava mais, que estava vivendo sua vida enquanto eu ficava idolatrando Djoko. Só chamei atenção para o fato de que era conversa fiada. Viu aí? Só foi Djoko deixar de dominar o circuito para você abrir suas asinhas novamente rs. Voa, Rodrigo. Voa!
Sei, sei.
E enquanto isso fica a dica: não faça uso de escritas ou sátiras alheias.
Control C + Control V pega mal pacas…
Só falei nos seus próprios termos. Foi intencional mesmo.
Meu caro claro q o muito mais velho tende a ser o mais cansadão, a idade chega para todos. Fato é uma coisa, provocação é outra, nas quais por sinal vcs sempre foram mestres em cair, pois julgavam Federer um ser sobrenatural e imune a idade, contusões etc.
Não torço para nenhum dos dois que foram para a final, mas já que todos os outros que eu gosto muito e que estão entre os dez melhores no ranking perderam logo no começo do torneio, torci muito para eles ganharam ontem e para o Sinner amassar o “Djocovid”!
Kkkkkkkkkkk!!!!!!
O mais sincero rs.
Dizem as más línguas que o Mick Jagger estava lá no jogo Djokovic x Flavio Coboli…
Vou só falar o seguinte. Que privilégio Sinner e Alcaraz. Sou torcedor inafastável do gênio espanhoL, mas o Sinner é tão, mas tão bom e tão gente boa, que não vou ficar nem um pingo triste se ele vencer. No domingo, tudo será bacana para o tênis, jogão, dois jovens que tendem a dominar o circuito e com grande qualidade. Sei que tem ex torcedores do Federe com fui, do Nadal, do Djok como ainda há muitos, mas sejamos gratos a duas jóias em nosso esporte. Que gênios atrás de suas próprias histórias. As gerações passam, passam para Federer e Nadal, que fizeram chover e mais um pouco. Passou para Djok também, que não tem como mais companhar fisicamente os fenômenos de hoje. É a vida. Domingo é a festa do tênis. Apesar de tudo, acho Alcaraz mais favorito que era em RG, quando a derrota em Roma poderia dar um quê a mais ao italiano.domingo não sei, na tabela, Alcaraz está melhor, tem mais recursos e acho que vai realmente ganhar. Garantia zero. Sinner compete bem e como mostrou em RG, sempre se coloca em condições de vencer. Como torcedor do espanhol, quero que ele feche as portas. Mas olhando pelo tênis em geral, será legal ver o Sonner interiormente a série de derrotas. Vamos torcer para um jogo espetacular e quem tiver no melhor dia, levante o troféu. Não é domingo que eles pararão de escrever a história e ditar o nível da nova geração.
Parabéns, tem o seu favorito, mas não menospreza os feitos dos outros tenistas !
Rapaz,
se esse Wimbledon fosse uma olimpíada, o Djoko ganharia uma medalha de latão.
rs
A dourada e o Golden Slam ele já tem. Aliás, foi o único a zerar o esporte e com 37 anos e 2 meses pra cima do campeão de Roland Garros e Wimbledon. Monte Carlo, Roma e Olimpíadas não são lugares de fala dos torcedores do Federer, rs.
Alcaraz e Sinner acabaram por jogar água no chope de Novak e seus fãs.
Por hora vou só saborear esse momento.
Muito boa essa sensação de ver o sérvio perder aquela que talvez tenha sido a sua última chance de se tornar Octa em Wimbledon.
A grama sagrada, e por que não dizer, o tênis-arte, agradecem.
E muito… rs
Ok, mas Olimpíada por lá foi só em 2012, com vitória do Murray.
Depois de 15 anos de sofrimento, pode vir essa sensação de vingança após 3 derrotas em finais pro GOAT, mas não aumenta os Slams do Federer. Djoko é hepta na grama sagrada e ela agradeceu bastante sendo comida todas as vezes com o tênis vencedor do sérvio.
Alcaraz também agradece o Djok nas finais de Wimbledon, Paulo. Vamos ver contra o Sinner, porque é o único que fisicamente joga na mesma liga. Está com mais cara com tri do que do bi em RG, mas nunca se sabe.. o italiano terá suas chances
Bom, você torcia pro Federer e mudou pro Alcaraz. Pelo menos não verá o espanhol ser tricampeão em cima do sérvio e, como no ano passado, lesionado. Rsrs.
Julio,
Alcaraz venceu WB 2023, mas perdeu AO, RG, US OPEN 2023 e também no atp finals 2023. Ou seja, Djoko venceu 3 slam, 1 atp finals e foi o campeão da temporada 2023. Essa vitória do Alcaraz tem o mesmo peso da vitória de Wawrinka em RG 2015.
Eles não jogaram no Us Open, então está 2-2 em slam.
Eu me referi a temporada 2023 porque a derrota de Djoko em WB 2023 é superestimada. Ele ganhou 3 slam nesse ano + atp finals.
Alcaraz terá que chegar a 25 slam para ser superior a Djoko. Lembre-se que Wawrinka também venceu o Djoko em duas finais de majors.
Se fosse não suficiente não ter ousadia para afirmar que vai chegar a 25 slams, não tenho a menor pretensão de vincular minha torcida por ele, que alcance qualquer número que seja. Pode alcançar menos ou mais. Será um multicampeão de slam, vai escrever muita coisa, mas se ganhar 15 slams por exemplo, não dá para dizer que foi uma carreira ruim, né? Já bem superior a do Wawrinka. Nesse momento, contudo, é só curtir o absurdo de jogador que ele é. Cada um tem sua própria história, Sinner por exemplo já entrou em um rol seleto de finalistas de todos os slams. Se for pensar quanto tempo entre o primeiro e o segundo slam do Djok dá para ter uma noção como essa analise próxima dos fatos, podem turvar a visão de um percurso de longa duração. Alcaraz fez algo muito raro, ser finalista de RG e Wb por dois anos seguidos, coisa que Djok não fez, por exemplo. Não é que ele não possa ser apreciado como um jogador excepcional, escrevendo uma história absurda, enquanto não tiver 25 slams. No confronto com o Djok, considero que as duas partidas mais importantes que tiveram, Alcaraz venceu. Foram fundamentais. O H2H capaz de nunca ser revertido, precisamos que Djok continue jogando e chegando longe, mas a tendência se isso ocorrer é que reverta. Djok não vai melhorar daqui para frente pela idade/fisico.
Grande Julio,
Você não entendeu meu ponto. Eu quis dizer que a vitória em WB 2023 não foi mais importante do que a temporada 2023 do Djoko. Além disso, as duas vitórias do Alcaraz em WB 2023 e WB 2024 também não são mais importantes do que os 24 majors de Djoko. Em termos de H2H, a vitória em WB 2023 foi a mais importante seguida da vitória de Djoko na final olímpica, pois representou o golden career slam.
Eu comecei a torcer pelo Djoko em 2009 e nessa época Federer tinha mais de 12 slam (acho), pois não me lembro a quantidade exata. Jamais imaginaria que ele seria o maior campeão do tênis. Ou seja, apreciei toda a carreira dele tal como você fará com Alcaraz.
O que argumentei é que Alcaraz precisará ter os principais recordes do tênis para ser o maior, o que foi admitido pelo próprio espanhol.
https://tenisbrasil.uol.com.br/alcaraz-quero-estar-no-mesmo-patamar-dos-grandes.html
Outra coisa: provavelmente vou torcer pelo Mensik após a aposentadoria de Djoko.
Ele poderia ter se aposentado em quadra e nada teria mudado o fato de que ele é o maior de todos os tempos.
Nem o teu amargor.
Vamos falar das medalhas de latão em Roma e em Monte Carlo?
rs
Não, obrigado.
Prefiro falar de Wimbledon 2025 onde o teu ídolo perdeu outra chance de igualar o Rei (rs)
24 > 20 não é igualdade.
Sério?
Eu não sabia que o Djokovic tinha 24 Wimbledons. rs
Quantidade de Slams > quantidade de Wimbledons
A seita quer transformar recorde de títulos em WB no principal recorde do tênis. Até outro dia era o Atp Finals porque era o mais difícil por reunir os 8 melhores tenistas da temporada. Lembra?
Pra começar, seita desse blog só tem uma, e é a que você integra.
Uns 4 ou 5 que se apoiam entre si e dão likes para as lacrações um do outro. Mesmo quando escrevem as coisas mais bisonhas. Pa-té-ti-co
E o próprio dono do blog já afirmou que ganhar Wimbledon é mais expressivo do que ganhar qualquer outro Slam.
O dono do blog sabe que os recordes de slam e semanas como número 1 são as principais estatísticas do tênis.
Mas Rodrigo, se formos pegar qualquer post do Dalcim, qualquer um que tem uma quantidade grande de comentários e classificarmos o que há de bisonho neles, a “seita” anti-Djokovic vai ganhar de balaiada.
E tu, como bom analista que és, não bom torcedor, rrsss, sabes disso.
Tá.
Mas é esse o assunto que estamos tratando? Não, não é.
E sim do possível Octa do Djoko em Wimbledon.
Aproveitem e se deliciem, haters.
Domingo a torcida é para que Sinner consiga seu primeiro W para cima do herdeiro de vocês.
Jetzt geht’s los, Sinner!
Pois qualquer dos dois que ganhar pra mim está ótimo!
Até prefiro que o Sinner ganhe, pra não acontecer dele pegar medo do Carlitos.
Como você pode ver, essa balela de “herdeiro” só existe na sua cabeça.
Realmente, a raiva virou intergeracional. Quanta bobagem e rancor. Sinner vencendo será tão bom para o tênis quanto Carlitos vencer, embora a minha torcida fique sempre com o gênio espanhol.
Viu aí, Júlio? Chega a ser assustador, né.
Isso sim é claramente a seita mais caricata da história da internet.
Até na extinção do confronto Djoko x Federer, os caras precisam de algum modo reviver essa rixa.
Mesmo que seja projetando isso pra outros dois jovens que não têm nada a ver com o assunto.
Vai dar Alcaraz de novo, ainda mais com esse saque 2.0.
Reproduzo aqui algumas palavras do Djokovic, porque vão ao encontro justamente do que recentemente disse o Jimmy Connors:::
” Chego às semifinais de todos os Slams este ano, mas aí preciso enfrentar Sinner ou Alcaraz. Eles são jovens, estão em forma, afiados. E eu entro em quadra com o tanque meio vazio. Simplesmente não dá para vencer assim”.
Connors está coberto de razão. Um jogador de 38 fatalmente irá chegar às rodadas finais menos inteiro do que um de 20.
Acontece o seguinte: 3 semis de Slams seguidas é o sonho de 99% dos jogadores profissionais. Mas pelo histórico do sérvio e principalmente para as suas ambições e dos seus seguidores, são apenas resultados medianos e um tanto quanto frustrantes.
Já tem um monte de recordes, já é chamado de ‘goat’, é multimilionário… acho que seus fãs não tem do que reclamar.
Resta saber até onde vai a resiliência dele: a cada contusão, fisio, medicamentos, reabilitação… Não sei se ele vai ser tão resiliente quanto o Nadal.
Uma coisa vou responder por mim: não estou reclamando.
Apenas acho uma aberração, falarem em decadência, vexame os resultados para o atual #1 etc.
Como se o sérvio não fosse nada.
Outra coisa, a resiliência do Nadal apenas fez com que ele perdesse mais jogos fáceis do que estava acostumado. Não acredito que Novak Djokovic se inscreva em mais um Slam, para perder numa primeira rodada em apenas uma hora de jogo.
Deu a lógica. Nenhum tenista no circuito atual é capaz de parar esses dois caras em um Slam, seja qual for o piso. Só uns fanáticos pelo Djokovic acreditam em contos de fada e acham que o Servio ainda pode ganhar um slam. Teve os enfrentamentos mais ridículos possíveis neste wimbledon. Primeiro Top 10 que enfrentou, caiu fácil. Assisti o jogo inteiro e vi um primeiro set em que o Servio jogou, só que o Sinner estava no modo prime, sacando e devolvendo todas as bolas com muita intensidade. Nem o velho Djokovic aguentava aquele primeiro set. Depois a “possível” lesão e a montanha que ele viu pela frente desanimou o servio de uma maneira que deixou ele pífio na quadra. Não levou pneu, não foi massacrado, mas o jogo ficou constrangedor. O cara foi derrotado fisicamente e mentalmente após o primeiro set, só cumpriu protocolo. Enfim, se pra ele seguir jogando mesmo apanhando o deixar feliz, que continue. Dá pra ganhar algum ATP perdido e com uma grande dose de sorte um Master 1000. Mas Grand Slam meu amigo, não dá mais. O único fígado que o Servio vem comendo nos últimos 2 anos, é figado de galinha. Boa noite e domingo vamos a mais um capitulo da história.
Djokovic não precisa provar mais nada. Aos 38 anos chegou na semifinal nos três Grand Slans. A minha dúvida é a seguinte: quando Alcaraz e Sinner estiverem com 38 anos terão o mesmo desempenho do sérvio?
Pois é.
Só que quando era o Federer que tinha 38 anos, quase todos os djokovistas desse blog diziam que idade era só desculpa.
Que o Federer estava voando e com físico pra correr duas maratonas.
Jamais, em tempo nenhum, levaram em consideração que o físico dele limitasse o seu desempenho…
A desculpa não era de Federer com 38 anos, mas a diferença de idade do suíço em relação a Djoko de 5 anos e 9 meses.
No caso do Federer, a desculpa de idade vem desde 2008 (26 anos), acredite se quiser.
Mas vc negou várias vezes pra mim que o Federer rendesse menos, estando acima de 35 ou 38 anos.
Eu me lembro.
Não estou falando de 26 anos, que aí sim seria absurdo.
Sim e nego novamente, rs. Djokovic dominou o circuito até 2023 (36 anos). Venceu 3 Grand Slams.
Federer foi número 1 em 2018 também aos 36, fora que venceu 3 Slams entre 2017-2018. A queda acentuada de desempenho dos dois veio em temporadas posteriores.
Isso nada tem a ver com o desempenho de Federer antes dos 30 anos, que foi superado mesmo… em 2008 e 2010 Nadal era o o número 1. Em 2011 foi a vez do Djoko.
A vida do Federer no circuito foi mais tranquila, por assim dizer, até 2007.
Quer dizer que até acima de 38 anos, pra você, o Federer tinha um grande físico então?
Bom, se for o caso de vc pensar assim, eu sempre irei discordar.
Ter sido o número 1 do mundo em 2018 só mostrou pra mim que o Federer compensava muito na técnica, o gargalo que existia no físico. Mas não que ele era o tenista a ser batido.
Ele se mantinha entre os melhores e era competitivo, mas o Djokovic no seu auge físico já entrava quase sempre como favorito.
E se não me falha a memória acho que o Federer ganhou alguns Slams entre 2017 e 2018, por uma combinação de fatores, dentre os quais uma lesão do Djoko nesse período. (me corrija, se for preciso).
Sem falar que muitos já duvidavam que o suíço ganharia outro Slam já em 2017!
E digo mais:
antes disso, com 33 ou 34 anos, já se evidenciava consideravelmente a superioridade física do Djokovic em relação ao Federer.
Imagina então o suíço com 35 pra cima. Não dá pra concordar com isso que você defende não.
Eu não disse isso. Federer esteve em altíssimo nível até 2019-início de 2020, com 37-38 anos. Sem limitações, sem lesões etc. Claro, houve altos e baixos dele, super normal.
Quando vem a decadência física do Djokovic? Começou ano passado, aos 36-37 anos. É normal.
Veja que Federer venceu Slam em 2012, 2017 e 2018, todos com mais de 30 anos. Além das finais de 2014, 2015 e 2019.
Sim, como você mesmo apontou, Federer contou uma certa baixa técnica do Djokovic em 2017-2018, isso é verdade. No entanto, em 2017 ele derrotou logo o Nadal no Australian Open e acho injusto tirar isso dele.
O que não podemos é desconsiderar tudo que ocorre após os 30, como se todo tenista fosse decadente após essa idade. Isso não é verdade, ainda mais na atualidade.
O que existe, e o pessoal confunde muito, são versões dos tenistas que marcam. Federer de 2005-2007, por exemplo, ou o Djoko de 2011-2015. Aí entra muito a opinião pessoal. Mas se o tenista está em condições físicas e técnicas pra jogar, não tem o que justificar.
Cadê a honestidade intelectual, Jonas? Onde que ela fica?
Vc aduz que o Federer não tinha limitação física nenhuma com 37-38 anos. (o que eu acho uma piada). Mas que o Djokovic, entrou em decadência física com 36-37 anos?
Ahh tá. Então vc sustenta que o Federer tinha, comparativamente, melhor capacidade física que o Djoko, com a mesma idade? Putz. rs
Eu estou afirmando que Federer não tinha nenhuma limitação física ou técnica na final de Wimbledon 2019, aos 37 anos, por exemplo.
Assim como o Djokovic não tinha limitações em 2023, quando perdeu para o Alcaraz em Wb, porém fez uma temporada histórica, com 3 Grand Slams e 1 Finals, aos 36 anos.
Djoko e Federer tiveram baixas semelhantes, não iguais claro, mas no fim veja que Djoko sofre com problemas físicos desde o ano passado, com 37. Já Federer teve uma lesão séria aos 38 e nunca mais voltou de fato ao alto nível. Voltou a jogar, tentou, mas aquele não era o Federer.
Isso que eu estou dizendo não tem a ver com o auge de cada um ou a melhor versão que a gente prefere. Eu me refiro a uma decadência física e aí eles estão próximos: Federer até 38 anos esteve bem, enquanto Djoko esteve muito bem até os 36.
Quando eu falei de limitações físicas do suíço, eu não me referi a lesões. Eu me referi ao gás mesmo.
Aquela partida do Federer em Wimbledon 2019 foi exceção. Aquele sim eu achei um resultado super injusto. O Djoko venceu quase sem merecer.
Em anos anteriores, porém, o Djokovic ganhou muito mais fácil dele. Inclusive em Wimbledon. E em algumas dessas vitórias deu pra notar claramente um Federer “meia-bomba”.
Em resumo, eu penso assim: os últimos confrontos entre os dois sinalizam uma vantagem física que o sérvio soube explorar muito bem.
Rodrigo, por que raios muitos insistem em dizer que Mr. Federer era ruim de físico?
Jamais foi.
Errado.
A questão refutada do físico de Mr. Federer era apenas contra Djokovic e tem gente aqui, até hoje, que atribui as derrotas a esse expediente.
O próprio 2019 desmente isso. Ninguém aguentaria 5 sets intensos como aqueles com idades comprometidas.
Mr. Federer enfrentou quem do top 10, 16 anos mais novo que ele, em fases finais de grandes eventos.
Vou torcer pro Sinner, embora goste muito do Alcaraz também. Mas acho que o Alcaraz está com vantagem nessa final. Seria legal o Italiano quebrar essa invencibilidade do espanhol nas finais de Slam e levantar seu primeiro troféu na grama. Força Sinner!!!